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domingo, 30 de agosto de 2015

Vaticano investiga arcebispo da Paraíba por suspeita de pedofilia

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Dom Aldo diz ser
vítima de denúncias
infundadas
O Vaticano está investigando dom Aldo Pagotto (foto), arcebispo da Paraíba, sob a acusação de cometer o crime de pedofilia e promover orgia gay.

Mariana José Araújo Silva, da Paróquia São Rafael, em João Pessoa, encaminhou denúncia à embaixada do Vaticano no Brasil em janeiro de 2014 segundo a qual dom Aldo liderava uma “gang” de padres pedófilos e que as visitas íntimas com rapazes ocorriam inclusive dentro do Palácio do Bispo.

Ela relatou que um desses rapazes, identificado como Miguel, de 18 anos, ficou “perturbado psicologicamente” após manter um caso com dom Pagotto, de quem teria recebido dinheiro.

Em uma clínica, Miguel, “querendo desabafar”, teria dito a Mariana que de início não sabia que Pagotto era arcebispo.

O rapaz contou também, sempre de acordo com Mariana, que o arcebispo passou a ser conhecido entre os rapazes como “Dom Trepa”.

Alguns padres da gang também tinham apelidos, como Monja Vanessa, Louca da Diocese, Roela Creca, Belinha, Carlinha e Cacá.

Na denúncia, Mariana disse que um ex-seminarista, amigo dela, foi assediado pelo arcebispo após uma audiência. “No final, dom Aldo mandou o menino ficar de pé. Ele ficou. Dom Aldo lhe disse: ‘Você tem o órgão sexual mais bonito do planeta’”.

Atualmente, Mariana está morando na Noruega com seu filho.

A Arquidiocese da Paraíba afirmou ao Jornal da Paraíba que o arcebispo é vítima de “denúncias infundadas”.

O mesmo jornal publicou no dia 30 de agosto que o Vaticano proibiu dom Aldo de ordenar padres e diáconos e de admitir novos seminaristas até o final da investigação da denúncia contra ele. Mas dom Aldo não estaria impedido de celebrar missas e casamentos.

A Arquidiocese afirmou que não houve qualquer veto da parte do Vaticano.

Com informação do Jornal da Paraíba, do blog de Dércio Alcântara e de outras fontes e foto de divulgação.





Padres pedófilos de Arapiraca pegam até 21 anos de prisão

sábado, 29 de agosto de 2015

Filósofo compara modismos alimentares com religiões

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Autor equipara
seguidores de dietas
a fanáticos religiosos
“Se uma pessoa acredita que sua fé faz bem e proporciona uma vida melhor, é positivo convencer os outros a se juntarem a ela. Mas é triste ver o mesmo entusiasmo religioso aplicado à alimentação.”

Essa afirmação é de Alan Levinovitz (na foto abaixo), professor de religião e filosofia na Universidade James Madison, em Harrisonburg, Virgínia (EUA). Ela dá uma ideia da argumentação contundente desse americano que coloca os propagadores de dietas, como o vegetarianismo e o crudivorismo, no mesmo patamar dos fanáticos religiosos.

Em defesa do seu ponto de vista, Levinovitz não se acanha em ir contra a corrente.

Em entrevista à Veja, Levinovitz disse, por exemplo, ter ficado chocado ao saber que no Brasil também se acredita que os alimentos orgânicos são mais saudáveis do que os outros.

“Dizer que alimentos orgânicos ajudam a prevenir câncer é um mantra religioso”, afirmou.

“Essa afirmação remonta à ideia de que, em passado distante, quando tudo era natural, todo mundo era mais saudável. Mas isso não é verdade [porque] a separação entre alimentos “orgânicos” e “não orgânicos” não é uma distinção científica.”

Levinovitz compreende as pessoas que não comem carne para poupar os animais de sofrimento. Mas para ele não faz sentido que essa carne possa ser prejudicial ao organismo humano, como acreditam vegetarianos e parte dos religiosos.

Alan Levinovitz
Alan fala sobre o
mantra da dieta
“O mito de que se algo é feito de uma maneira imoral deve ter consequências ruins para o corpo é muito forte”, disse. “Os argumentos usados por vegetarianos vão nessa linha.”

“O fato de os animais serem mortos para se tornarem alimento não quer dizer que eles farão mal ao organismo. Maldade moral não se converte em prejuízo à saúde.”

Levinovitz é autor do livro “A Mentira do Glúten”, que está sendo lançado no Brasil.

Ele afirmou na entrevista que, de fato, há pessoas que não podem se alimentar de produtos com glúten, porque elas são celíacas.

Essas pessoas, disse, representam apenas 1% da população, e, no entanto, um terço dos americanos evita a ingestão dessa substância.

“Em vez de usarem informações com base científica ao tomar suas decisões à mesa, [esses americanos] agem como fiéis religiosos.”

Com informação de Veja.





Homeopatia é lixo, afirma médica de conselho britânico

Quatrocentos líderes religiosos acessavam site de adultério

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Vazamento
de nomes expôs
a hipocrisia
Cerca de 400 líderes religiosos dos Estados Unidos e Canadá estão na relação divulgada por hackers de sócios do site de encontro extraconjugal Ashley Madison.

Entre pastores, diáconos, presbíteros e apologistas em geral, a maioria deles deve se afastar de suas atividades.

As igrejas desses líderes estão constrangidas diante dos fiéis, escreveu Ed Stetzer, diretor-executivo da LifeWay Research, no Christianity Today.

Nos Estados Unidos, quem está chamando mais a atenção da imprensa é o cristão conservador Josh Duggar, que prega (ou pregava) na TV a cabo a constituição da tradicional família, de homem casado com mulher.

Duggar admitiu que tem sido hipócrita, pediu perdão e colocou a culpa em sua vida dupla no diabo. Sua mulher disse que vai manter o casamento porque acredita na regeneração do marido.

Outro militante cristão nacionalmente conhecido nos Estados Unidos que frequentava o site de traição é o jovem Sam Rader.

Em um canal no Youtube, Rader pregava a importância da fidelidade e orientava os casais a terem um bom relacionamento com base nos ensinamentos de Jesus. Ele dizia que a família é a sua paixão.

Rader nunca aceitou a formação de casais homossexuais.

Na lista de nomes vazados está também o de Hamza Tzortzis, um apologista muçulmano e professor de educação islâmica.

Em consequência do vazamento de dados do Ashley Madison, intensificou-se nos Estados Unidos o debate sobre a fragilidade da privacidade na internet dos cidadãos.

O ex-congressista Barney Frank, por exemplo, comentou na TV que o direito à privacidade tem de ser respeitado. “Mas não existe o direito à hipocrisia.”

Com informação da  Christianity Today e de outras fontes. 





Evangélicos se destacam em site americano de adultério

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Polícia do Havaí prende cardeal americano por dirigir bêbado

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da Religión Digital

Levada foi solto
após pagar fiança
de 500 dólares 
O cardeal americana William Joseph Levada (foto), residente em Menlo Park, foi detido na semana passada quando dirigia em Ilha Grande, disse a porta-voz policial Chris Loos. Levada não estava com acompanhantes. Foi detido por suspeita de dirigir em estado de embriaguez.

Ficou em liberdade após pagar uma fiança de 500 dólares. No dia 24 de setembro, deve comparecer no tribunal do distrito de Kona.

Em uma declaração emitida pela Arquidiocese de San Francisco, o prelado de 79 anos disse que lamentava o seu erro e que cooperará com as autoridades.

Levada foi detido após um agente da patrulha de Kona o ver dirigir de maneira errada na estrada Queen Kaahumanu, disseram as autoridades.

Levada começou sua gestão como arcebispo de San Francisco em 1995. Entre maio de 2005 e junho de 2012, foi prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, durante o papado de Bento XVI. Foi um dos dignitários de maior peso na Igreja católica. Levada renunciou em 2012.

Mike Brown, porta-voz da Arquidiocese de San Francisco, confirmou que o cardeal estava de férias no Havaí com amigos religiosos.

Levada é agora prefeito emérito da Congregação para a Doutrina da Fé e arcebispo emérito de San Francisco.

Com tradução do Cepart





Padre de cueca é flagrado correndo atrás de garoto

Matador de jornalistas afirmou ter agido a pedido do Senhor

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Flanagan era da
religião fundamentalista
Testemunhas de Jeová
Cerca de duas horas depois de ter assassinado a tiros uma jornalista e um cinegrafista que transmitiam uma reportagem ao vivo, Vester Lee Flanagan (foto) mandou um fax de 23 páginas para a ABC News afirmando que o “Senhor” lhe orientou que agisse.

O próprio Flanagan gravou ontem os tiros que deu em Alison Parker (foto baixo), 24, e Adam Ward (foto), 27, com os quais trabalhou havia dois anos com o nome profissional de Bryce Williams no canal WDBJ-TV, uma afiliada na cidade de Moneta (Virgínia) da ABC. Ele postou as imagens no Twitter.

Desempregado havia dois anos, Flanagan acusou no fax de ter sofrido da parte de suas vítimas discriminação por ele ser negro e gay.

No dia em que foi demitido na WDBJ-TV por criar encrencas com colegas de trabalho, inclusive com Ward, Flanagan teve de sair arrastado por um policial da redação da emissora.

O jornalista teve tempo de dar uma cruz ao seu chefe e advertiu que ele poderia precisar daquilo.

Alison e Adam foram mortos
quando transmitiam ao vivo
Flanagan processou a emissora e os dois ex-colegas, mas a acusação foi arquivada pela Justiça por falta de provas.

No atentado, o jornalista atingiu também, nas costas, Vicki Gardner, da câmara de comércio da região. Hospitalizada, o estado dela é estável.

Flanagan se matou com um tiro na cabeça ao ser perseguido pela polícia, de acordo com informações oficiais.

O seu longo fax tem evidência de que ele sofria de distorções mentais, incluindo o fanatismo religioso.

Ele era seguidor da religião fundamentalista Testemunhas de Jeová.

Flanagan filmou seu próprio crime



Com informações das agências.





Livro orienta como curar a Síndrome do Trauma Religioso

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