sexta-feira, 27 de março de 2015

Nos EUA, 1 a cada 4 'desigrejados' é ateu ou agnóstico, diz pesquisa

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Em apenas duas décadas,
houve uma drástica mudança
no perfil dos céticos
Pesquisa do norte-americano Grupo Barna, instituto cujos propósitos se concentram em questões cristãs, levantou o perfil das pessoas que não frequentam nenhuma igreja, os “desigrejados”, confirmando tendências que têm feito arrepiar os cabelos de pastores.

Esse segmento dos "desigrejados" encontra-se em expansão e já representa 25% da população de adultos dos Estados Unidos.

O Barna verificou que a cada quatro sem igreja 1 é cético (ateu ou agnóstico). Ou seja, o cético representa um quarto dos todos os “desigrejados”.

A pesquisa comparou os sem igreja de 1993 com os de 2013, chegando às conclusões abaixo.

1Caiu a idade média dos céticos. Há 20 anos, 18% deles tinham menos de 30 anos. Hoje eles representam 34% — ou seja, quase que dobrou. Já a quantidade de céticos com 65 anos ou acima dessa idade caiu drasticamente, e hoje representa apenas 7% desse segmento. Esses dados mostram que a população americana caminha a passos largos para a consolidação do secularismo.

2  – Céticos têm mais tempo de escola. A pesquisa mostrou que os ateus e agnósticos de hoje têm mais estudo formal. Há duas décadas, um terço deles tinha diploma universitário. Hoje, metade do grupo já passou por uma escola de nível superior.

3  – Há mais mulheres céticas. O fato novo revelado pela pesquisa é que de 1993 para cá milhões de mulheres migraram para o grupo dos céticos. Naquele ano, elas representavam apenas 16% do grupo, mas atualmente a participação delas é de 43%. Ou seja, o triplo. Tais porcentagens comparativas não significam que diminui no grupo o número de homens, mas que houve um crescimento mais rápido do de mulheres.

4Houve diversificação. Há 20 anos, os brancos representam 80% dos céticos dos Estados Unidos. Em 2013, em percentual caiu para 74%. O Barna apurou que essa mudança se deve, em grande parte, aos imigrantes hispânicos e asiáticos e a seus filhos que estão aderindo ao ceticismo. Isso ocorre principalmente com os americanos de origem asiática, que é o grupo demográfico étnico menos cristãos dos Estados Unidos. Já a adesão de hispânicos e de negros é menos expressiva.

5  –  Os céticos estão mais bem distribuídos. Nos anos de 1990, os ateus e céticos se concentram no Nordeste e Oeste dos Estados Unidos. Hoje, eles se encontram em todas as regiões.

Para analistas da pesquisa, os três principais fatores que têm levado religiosos a se tornarem em céticos são 1) rejeição à Bíblia, 2) falta de confiança na igreja de sua religião, e 3) transformação cultural a favor de uma visão de mundo secular.

Para dois terços dos céticos, a Bíblia é apenas um livro de histórias escritas por pessoas cuja sabedoria é igual a de outros autores de autoajuda.

Apesar da antipatia ou indiferença que têm pela Bíblia, seis em cada dez céticos possuem em casa pelo menos um exemplo do livro dos cristãos.

Para a maioria dos céticos, a frequência a uma igreja não é enriquecedora, a não ser quando se trata de ajudar os pobres da comunidade.

No mais, para eles, as igrejas são lideradas por pessoas que não merecem confiança, porque pregam contra o casamento gay e contra a liberdade de as mulheres serem donas de seu próprio corpo, além de misturar crenças religiosas com política.

Com informação do Grupo Barna.





Pastor pede de novo que ateus saiam dos Estados Unidos


quinta-feira, 26 de março de 2015

Jornalista recorre ao MP contra criação do Dia da Esposa do Pastor

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Vereadora Andreia
conseguiu aprovar lei que
homenageia a si própria
O jornalista e escritor Eduardo Banks protocolou representação no Ministério Público de Minas Gerais para que proponha uma Adin (Ação Direita de Inconstitucionalidade) em relação à criação na cidade de Coronel Fabriciano, naquele Estado, do “Dia da Esposa do Pastor”, comemorado anualmente no dia 3 de março.

Aprovada por unanimidade pela Câmara Municipal, a lei foi proposta pela vereadora evangélica Andreia Botelho (PSL) — mulher de Doriedson Botelho, que concorreu nas eleições de 2002 para deputado federal com o nome de “Pastor Doriedson”.

Na representação, Banks, que é ateu, afirmou que aquela data comemorativa faz proselitismo religioso, ferindo “os princípios da impessoalidade da administra pública e da laicidade do Estado brasileiro”, em desacordo, assim, com a Constituição brasileira e com a do Estado de Minas Gerais.

No texto do projeto de lei, Andreia justifica o “Dia da Esposa do Pastor “como “uma forma de reconhecer o trabalho e dedicação daquela que passa sua vida lutando, defendo e apoiando a vida com Deus”.

Para Banks, essa justificativa, além de ser “um louvor em boca própria”, é um gravame porque atribui um valor positivo ao fato de alguém levar “a vida com Deus”.

"Atos normativos dos poderes públicos não podem conter qualquer asserção, seja ela positiva, ou negativa, sobre “Deus”, sob pena de se comprometer a neutralidade em matéria religiosa exigida pelo princípio da laicidade estatal", argumentou.

Disse que não se trata de um exagero, porque também poderia ser questionada uma lei que criasse em Coronel Fabriciano o “Dia dos Ateus” ou uma data comemorativa para “reconhecer a inteligência e a coragem daqueles que negam a causalidade de Deus”.

Ainda na representação, Banks apontou o fato de a criação lei do “Dia da Esposa do Pastor” ter descumprido a exigência legal de realizar “consultas e audiências públicas devidamente documentadas”.

Bank citou um trecho do pedido do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal para que declare inconstitucional lei de Amazonas que obriga as escolas publicas a terem um exemplar da Bíblia, sem acrescentar livros sagrados de outras religiões.

O argumento de Janot: “Se, por um lado, os cidadãos detêm liberdades individuais que lhes asseguram o direito de divulgarem publicamente suas crenças religiosas, por outro, o Estado não possui direito à liberdade de religião. É dizer, não pode adotar, manter nem fazer proselitismo de qualquer crença específica. O princípio da laicidade lhe impede de fazer, por atos administrativos, legislativos ou judiciais, juízos sobre o grau de correção e verdade de uma crença, ou de conceder tratamentos privilegiados de uma religiosidade em detrimento de outras”.

Com informação da integra da representação de Banks e de outras fontes.





MP-RJ pede anulação de lei que obriga escolas a terem Bíblia


quarta-feira, 25 de março de 2015

Poemas dos séculos 17 e 18 revelam a 'devassidão' de freiras

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Livro mostra que nos conventos
do Brasil e Portugal se fazia
tanto sexo quanto se rezava
A palavra “freirático” designa aquele que frequenta convento de freiras. Nos séculos 17 e 18 significava algo mais: homem que tinha relacionamento com freira, desde ao platonismo inocente a encontro caliente.

A descoberta dessa palavra foi para a escritora Ana Miranda uma porta de entrada para um período em que as freiras tinham amantes, algumas delas mais de um.

"Nunca tinha ouvido essa palavra", disse Ana Miranda, que estudou em colégio de religiosas dominicanas. "Para mim era inacreditável que em Portugal, no auge da Inquisição, pudesse ter havido algo assim."

Foi uma época em que nos conventos se fazia sexo tanto quando se rezava. “Celas e conventos eram ambientes de grande licenciosidade”, escreveu Miranda.

As pesquisas de Miranda sobre os freiráticos renderam o livro “Que Seja em Segredo” (L&PM, R$ 22, 125 páginas), que transcreve poemas escritos por freiras e para elas. O livro já tinha sido lançado em 1990, mas estava esgotado.

Freiras eram musas
 de poemas como estes
Para os homens que desejam a emoção de sexo proibido, os conventos eram paraísos na Terra, porque para lá as famílias mandavam suas filhas tidas como problemáticas, como as rebeldes e contestadoras, as que só pensavam em sexo, as ninfomaníacas, as que perdiam a virgindade antes do casamento, as homossexuais e as bastardas.

"Todas as mulheres solteiras interessantes estavam nos conventos", disse Ana Miranda.

 “Como poucas vezes, a interdição sexual teve a função de afrodisíaco. Era preciso degradar o fascínio do mal; espiritualizar o corpo e erotizar a alma. Para isso, nada como buscar o prazer na escuridão dos conventos."

Um dos freiráticos foi dom João 5º, rei de Portugal. Ele gostava que freiras sentadas em seu colo lessem poemas eróticos.

Havia uma passagem secreta entre o seu palácio em Odivelas e um convento, de modo que ele tivesse acesso ao seu “harém” de freiras sem chamar a atenção.

Outro frequentador assíduo de conventos foi o poeta Gregório de Matos. Ele escreveu depoimentos sobre seus encontros com as “cortesãs enclausuradas”.

Contou que uma vez a cama em que estava com uma freira pegou fogo. O acidente ocorreu provavelmente por causa de uma vela, mas na interpretação poética de Gregório o que desencadeou as chamas foi o “amor que queimava os corpos através dos espíritos”.


Freiras eram frequentadas por
 pessoas de destaque na sociedade


Trecho do livro
"De noite, portões se abriam para os amantes"

Mas nem sempre os freiráticos ficavam do lado de fora dos conventos. Mandavam presentes, imagens de santos, presépios, capelas aos que tinham as chaves das celas; subornavam abadessas, abriam suas bolsas aos padres, para desimpedir o caminho em direção ao objeto desejado. Havia padres residentes que usavam seu trânsito nos conventos a fim de levar e trazer a correspondência dos freiráticos, com os tratos ilícitos. De noite, portões se abriam para que os amantes entrassem furtivamente; muros eram escalados, fugas eram empreendidas com escândalo, abadessas que criassem obstáculos eram ameaçadas com facas. Alguns se disfarçavam em hábito feminino para se insinuar nos corredores em busca da eleita.

As religiosas do convento de Santa Ana de Vila de Viana tinham nas proximidades várias casinhas aonde iam, fora de clausura, com pretexto de estarem ocupadas a cozinhar, e recebiam ali homens que entravam e saíam de noite, denunciou em 1700 o rei, em Lisboa. Nas celas os catres rangiam, os corpos alvos das freiras suavam sob o calor dos nobres, estudantes, desembargadores, provinciais, infantes. Os gemidos eram abafados com beijos.

A doçura do amor e seus abismos Conventos de Portugal tomavam por modelo o de Odivelas, onde trezentas freiras belas e namoradeiras tinham, cada uma, um ou vários amantes, com os quais 12 se distraíam. Essas religiosas eram tidas como as amantes mais atraentes dos portugueses nobres, nas palavras do general Demaurier, em 1755. Moravam em celas luxuosas, com as paredes recobertas de seda, cortinados nas janelas, lençóis de cetim; tomavam chá em xícaras de porcelana, levavam uma vida ociosa em que se entretinham a ler, pôr alcunhas, namorar e fazer doces. Chamavam a si mesmas de Caramelo, Pimentinha, Muleirinha, Caçarola, Vigairinha, Márcia Bela. Pregavam no rosto sinais de tafetá, os ferretes do inferno, usavam rendas nas camisas, luvas, leques, toalha açafroada, em irrequietos ademanes de mulheres disponíveis. Como descreveu Gongora, “Vio una monja celebrada, tras la rexa el niño Amor, bien quebrada de color, y de amor bien requebrada”.

Em certas manhãs elas armavam, do lado de fora do convento, um bufete de doces e pratos especiais que continham bilhetes convidando seus admiradores. Sevados, moletes, argolinhas, melindres, canelões, bolinhos do bispo, loiros, sequilhos das maltesas de Estremoz enchiam as mesas. Naquele dia, as ruas ficavam intransitáveis; as portas dos conventos, repletas de estifas, seges, carruagens. Os portões se abriam e entravam os freiráticos. Descerravam-se as cortinas da grade de proteção e perante os homens apaixonados surgiam as religiosas, com as mãos escondidas nas mangas do hábito, sérias, pálidas, belas como são as mulheres desejadas. Aos poucos elas iam abandonando o ar grave, cruzavam as pernas, tocavam violas e harpas, recitavam versos provocantes, riam, divertiam-se, diante da clientela fascinada que se empanturrava de papos de anjo, suspiros, peitos de freiras. Os doces eram trocados por prendas: um resplendor, uma cabeleira para a comédia, um casal de pombos, um cãozinho de regaço, um frasco de água da rainha da Hungria.

Depois da grade de doces, os freiráticos podiam encontrar-se com suas musas nos locutórios, mas não a sós. Tinham de admitir a presença de uma gradeira com a missão de vigiar o que diziam e faziam. Antes do encontro, vinha uma monja confidenciar ao freirático que sua amada morria de paixão por ele. Depois entrava a desejada. Tocavam-se as pontas dos dedos; ele segurava-lhe o braço; ela mostrava-lhe o pé, o tornozelo ou, entre a alvura da toalha, desnudava o seio, que ele acariciava, sob o olhar descuidado da sentinela.

Dentro do caráter escarninho e maldizente da tradição portuguesa, surgiu a poesia do amor freirático, ora satírica, ora lírica, mas sempre passional, em cuja liturgia afrodisíaca a obscenidade desempenhava uma função mágica, assim como de desmistificação e profanação da santidade. A adesão a uma prática libertina se realizava por meio da cumplicidade que o riso estabelece. Essa poesia tinha, também, um caráter político, pois atacava um ponto vulnerável do poder monárquico, sustentado pela autoridade da Igreja inquisitorial. “Quando eu estive em vossa cela / Deitado na vossa cama / Chupando nas vossas tetas / Então foi que me lembrei / Linhas brancas, linhas pretas”, escreveu um poeta anônimo, sobre mote que lhe dera uma freira.

Os poemas obscenos de amores freiráticos, onde aparece a repressão ascética e aviltante do sexo e da mulher, são inúmeros.

Com informação da editora e de outras fontes e imagem de divulgação.





Mulher belga afirma que sofreu abuso de freira em orfanato

Muçulmana se recusa a tirar véu em exame da OAB em São Paulo

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Charlyane disse que sua
religião não permite que
tire o véu em público
A estudante de direito Charlyane de Souza (foto), 26, se recusou a tirar o seu hijab (véu que esconde os cabelos e o rosto) durante exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em São Paulo, no dia 15 de março, domingo.

O edital do exame determinou a proibição de uso pelos candidatos de acessórios de chapelaria, o que inclui “chapéu, boné, gorro, etc.”

Nas duas vezes em que foi abordada pela fiscalização, Charlyane. que é muçulmana, disse que a sua religião não permite a retirada do hijab. “Eu disse [a uma fiscal] que só posso tirar [o véu] na família ou na presença de outras mulheres”.

Ela garantiu que não há nada do edital do exame que a impedisse de usar a indumentária religiosa.

Ainda segundo Charlyane, uma fiscal pediu uma comprovação de que ela é muçulmana, e a resposta foi que esse tipo de documento não existe.

A fiscal teria retrucado: “Você há de convir que qualquer um pode se fantasiar e fingir que é muçulmano”.

A solução encontrada pela coordenadoria do exame foi mudar a estudante para uma sala onde, acompanhada de um fiscal, terminou o exame. “Eu fui chorando [para a sala]”, disse Charlyane.

A estudante disse que foi prejudicada no exame porque, além de ficar emocionalmente abalada, não houve reposição do tempo em que perdeu com a intervenção dos fiscais.

Um dia depois do exame, Charlyane apresentou por e-mail uma queixa à Comissão do Exame de Ordem e à Comissão de Diversidade Religiosa, que já comunicou o interesse em ter um encontro com ela.

A OAB está examinando o texto do edital do exame para modificá-lo de modo a não haver daqui por diante nenhuma restrição por conta de adereços religiosos.

Com informação do Estadão e foto de arquivo pessoal.





Muçulmanas querem manter seu véu em foto de documentos


Evangélica dá enxadada em santa de igreja e desafia: 'Não vai reagir?'

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Transeunte fotografou
ataque da mulher
à santa com Jesus
Uma evangélica de 48 anos danificou em Belo Oriente (MG) uma pietá na porta da Igreja Nossa Senhora da Piedade com golpes de enxadada, cantando músicas da igreja dela e desafiando a imagem a revidar. “Não vai reagir?”

Um transeunte fotografou a mulher quando ela golpeava a santa.

A cidade tem aproximadamente 25 mil habitantes e fica a 253 km de Belo Horizonte.

A Polícia Militar prendeu a mulher, que, após depoimento na delegacia, foi solta. O nome dela não foi revelado.

Cristo foi atingido
no abdômen
O padre Luiz Carlos Macedo disse que foi ele quem chamou a polícia após ter sido avisado por garis que uma mulher estava atacando a santa.

“Eu estava na casa paroquial e fui para a igreja, onde havia fiéis chorando [por causa do vandalismo]”.

O padre disse que um dos filhos da mulher disse que ia custear o reparo da imagem. “Mas não é uma questão financeira, porque o que queremos é respeito para com todas as religiões.”





Evangélico do Piauí é preso por ter quebrado imagem de santa


Sob pressão da Iurd, cartunista deleta charge sobre gladiadores

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Universal acusou o
cartunista de propagar
intolerância religiosa
A Iurd (Igreja Universal do Reino de Deus) pediu a Vitor Teixeira para que retire de sua página no Facebook uma charge [ao lado] na qual um gladiador do altar está enfiando uma espada em um seguidor de religião afro-brasileira.

O departamento jurídico da igreja advertiu o cartunista que ia processá-lo, caso insistisse em manter a charge que incita “ódio contra as religiões da matriz africana e contra a própria Universal, que é vedado pela lei brasileira”.

Avisou Teixeira por e-mail em notificação extrajudicial que “a propagação da intolerância religiosa” poderá acarretar ao cartunista “pena de dano irreparável ou de difícil reparação”.

Teixeira deletou a charge de sua página no Facebook com a justificativa de que não poderia correr o risco de perder aquele espaço de divulgação, porque é ilustrador independente, e a página já tem um grande alcance”.  Ele comunicou que vai continuar publicando charges sobre a Universal.

Cartunista escreveu que
que Universal fez ameaça
à liberdade de expressã
o
Recentemente apresentado à coletividade, o grupo Gladiadores do Altar tem sido criticado nas redes sociais por ter recebido instrução paramilitar.

Uniformizados e com idade até 26 anos, os gladiadores marcham e batem continência a pastor.

Lideranças do candomblé temem que eles sejam usados pela Universal para intimidar seus seguidores. Até agora, contudo, não há nenhum registro nesse sentido. A igreja diz que o propósito dos Gladiadores é propagar a fé cristã.

Ainda assim, por solicitação de candomblecistas, o Ministério Público Federal na Bahia informou que vai instaurar um inquérito civil para investigar o caráter paramilitar dos gladiadores. Lideranças do candomblé apresentaram o mesmo pedido em 24 capitais.

Com informação do Facebook.





Iurd não explica quem são os inimigos de seus gladiadores


segunda-feira, 23 de março de 2015

Filho ateu de Reagan critica intromissão religiosa no governo

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Ron pede ajuda a
entidade ateísta e diz
não temer o inferno
A CNN levou ao ar esta semana um anúncio onde Ron (foto), 57, filho do presidente Ronald Reagan (1911-2004), critica a “intromissão da religião” nas decisões do governo, que é secular, e diz não ter “medo de queimar no inferno”.

Trata-se de uma campanha da FFRF (Freedom From Religion Foundation), a maior entidade dos Estados Unidos que congrega ateus, agnósticos, livres pensadores e humanistas.

Ronald Prescott "Ron" Reagan é tido por seus parentes, fãs do ex-presidente e religiosos em geral como a ovelha negra da família. Ele é ateu assumido.

Ron é comentarista da MSNBC e já trabalhou em emissoras de rádio como analista político. É liberal, e o seu pai, como se sabe, se tornou uma referência do conservadorismo americano.

A Primeira Emenda dos Estados Unidos garante a total liberdade de expressão, mas na prática não é bem assim. No ano passado, o anúncio da FFRF foi rejeitado por programas de abrangência nacional, como o “60 Minutes”, das redes ABC, NBC, CBS e Fox.

A FFRF queria veicular o anúncio após o último capítulo da série “Cosmos”, mas recebeu um “não” da Fox. Só houve veiculação do pedido de apoio à entidade em emissoras regionais.

O anúncio diz: "Oi, eu sou Ron Reagan, um ateu assumido, e eu estou preocupado com as intromissões da religião em nosso governo secular. É por isso que eu estou pedindo para você apoiar o Freedom From Religion Foundation, maior e mais eficaz associação da nação de ateus e agnósticos que trabalham para manter o Estado e a Igreja separados, assim como pretendiam os fundadores do país. Por favor, apoiem o Freedom From Religion Foundation. Ron Reagan, ateu ao Longo da vida. Não tenho medo de queimar no inferno". [ver o vídeo abaixo]

Na família Reagan, por conta do anúncio, o cristão e jornalista Michael Reagan, 70, deu uma entrevista falando com um certo ressentimento do seu irmão Ron.

Ele disse ter assistido ao anúncio há um ano e que não ficou surpreso ao ver Ron falando em nome da FFRF, porque o irmão, afinal, sempre foi ateu.

Michael cometeu uma indiscrição ao lembrar que em um jantar em família Ron discorreu por algum tempo sobre ateísmo. Chateado com a conversa, Ronald teria feito uma oração para que Ron se tornasse cristão como ele próprio, o pai, e como o irmão.

Ron se tornou oficialmente uma ovelha negra aos 12 anos de idade, quando comunicou aos seus pais que não iria mais à igreja porque não acreditava em Deus.

Em junho de 2004, o jornalista Larry King perguntou a Ron se pretendia concorrer a algum cargo político.

Resposta: “Não posso me candidatar a nenhum cargo porque todas as pesquisas dirão às pessoas para não eleger um ateu”.

"Oi, eu sou Ron Reagan, um ateu assumido"

   

 Com informação das agências e imagem do Youtube.





Para Roth, mundo será melhor quando todos forem ateus


LiHS recorre ao Ministério Público contra lei da Bíblia de Florianópolis

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Humanistas dizem que lei
privilegia cristãos, excluindo
outros religiosos e céticos
A LiHS (Liga Humanista Secular do Brasil) deu entrada no MP (Ministério Público) de Santa Catarina a uma representação contra a lei de Florianópolis que obriga as escolas do ensino fundamental e médio da rede pública a privada a terem em “local de destaque” um exemplar da Bíblia, além de uma cópia em braile e outra em áudio .

A lei, que acaba de entrar em vigor, é de autoria do vereador Jerônimo Alves (PRB), que também é bispo da Igreja Universal. Ela se restringe à Bíblia, sem incluir, portanto, livros sagrados de outras religiões.

Em uma entrevista, na tentativa de justificar sua lei, Alves chegou a dizer que a Bíblia, por si só, não é um livro religioso, não havendo, portanto, no caso, uma transgressão à laicidade do Estado brasileiro. Para ele, a Bíblia é um livro de autoajuda.

A representação escrita pelo diretor jurídico da LiHS, Thiago Viana, afirma que a lei de Florianópolis é inconstitucional porque exclui cidadãos de religiões não cristãs, além de ateus e agnósticos, entre outros.

“Conclui-se pela inconstitucionalidade da Lei Municipal nº 9.734/2015 por afronta ao princípio da laicidade inserto no art. 19, inc. I, da Constituição Federal."

A presidida por Åsa Heuser, a LiHS tem sede em Porto Alegre (RS). Constituída por ateus e agnósticos, a entidade milita em defesa da laicidade do Estado e divulga a ciência e filosofia.

O prefeito de Florianópolis, César Souza Júnior (PSD), vetou a lei da Bíblia, mas sua decisão foi derrubada pela Câmara Municipal.

A prefeitura anunciou que também vai acionar o Ministério Público contra a lei.

Com informação da LiHS.





Vereador não convence ao tentar justificar imposição da Bíblia


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