quarta-feira, 6 de maio de 2015

Americana processa gays de todo o mundo por desrespeito a Deus

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http://ia801502.us.archive.org/2/items/gov.uscourts.ned.69317/gov.uscourts.ned.69317.1.0.pdf
'Embaixadora de Deus'
 escreveu à mão processo
com seis páginas
Identificando-se como embaixadora de Deus e de Jesus Cristo, Sylvia Ann Driskell, 66, protocolou na Tribunal Distrital de Omaha, no Estado de Nebraska (EUA), um processo contra todos os homossexuais do mundo sob a acusação de quebra “das leis religiosas e morais”.

Em uma petição de sete páginas escrita à mão na qual atua como sua própria advogada, Sylvia defendeu a condenação dos homossexuais porque, conforme relatou a um jornal, eles sabem que estão pecando, mesmo aqueles que se “escondem dentro do armário”.

Ela desafiou o Tribunal a provar que “Deus é um mentiroso” ao reprovar a homossexualidade.

Sylvia afirmou estar decepcionada porque nunca imaginou que na sua idade teria de encarar a cumplicidade de pessoas dessa “nossa grande nação” com o “comportamento lascivo”.

Manifestou a esperança de que Deus seja misericordioso para com essa situação de degradação.

Noticiado pela TV americana, o processo judicial se tornou viral nas redes sociais, com muitos comentários radicalizando Sylvia.

Uma pessoa, por exemplo, escreveu que está tão preocupada com o processo, que resolveu deixar de ser gay.

Com informações das agências.





Seca paulista é castigo de Deus por causa dos gays, diz pastor

Sorocaba quer usar verba pública para consertar relógio de catedral

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Ministério Público abriu
inquérito para apurar
validade da licitação
O prefeito Antonio Carlos Pannunzio (PSDB), de Sorocaba (SP), abriu licitação para consertar e modernizar o relógio da Catedral Metropolitana, da Igreja Católica.

Valdinei Ambar ME apresentou proposta de R$ 12,5 mil, e Arnaldo Adam Wahl ME, de R$ 10,9 mil.

O MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo instaurou inquérito para apurar a validade da licitação.

O promotor Orlando Bastos Filho destacou na abertura do inquérito que o inciso I do artigo 19 da Constituição proíbe “terminantemente” que quaisquer instâncias do Estado brasileiro financiem igrejas ou cultos.

Ele afirmou que, em tese, a prefeitura está desvirtuando o uso do dinheiro público, o que configura improbidade administrativa.

Bastos Filho deu orientação para que a licitação permaneça suspensa pelo tempo em que durar o inquérito.

Ele notificou a prefeitura e a Cúria Metropolitana a apresentarem no prazo de dez dias documentos que esclareçam a quem cabe a manutenção do relógio da catedral e se o imóvel é tombado pelo patrimônio histórico.

O pároco da Catedral, Tadeu Rocha Moraes, tratou com ironia a investigação do Ministério Público.

Ele disse que o relógio possui uma tecnologia de “altíssima sensibilidade” que permite somente aos católicos ver as horas na catedral.

“Os ateus não enxergam a hora, os evangélicos não enxergam a hora e os umbandistas também não”, disse. “Quando é católico, o relógio mostra a hora; e quando não é católico, não mostra a hora."

O padre se manifestou com a arrogância de quem acha que o relógio da catedral é o único existente em Sorocaba, e que toda a população depende dele.

Dois vereadores evangélicos — Anselmo Duarte (PP) e Pastor Apolo (PSB) — estão defendendo a Igreja Católica.

Apolo, por exemplo, disse que a Catedral é um ponto turístico e, por isso, se justifica o gasto da prefeitura para consertar o relógio.

O Ministério Público tem se esforçado para garantir a vigência do Estado laico em Sorocaba, cidade com mais de 600 mil habitantes que fica a 87 km de São Paulo.

Ele atuou para impedir o desvio de recursos públicos para a Marcha para Jesus e atualmente sustenta na Justiça que a placa “Sorocaba é do Senhor Jesus Cristo” é inconstitucional.

Com informações do Cruzeiro do Sul e foto de divulgação.





Uruguai é exemplo de que Estado laico é possível

terça-feira, 5 de maio de 2015

Irã proíbe corte de cabelo que indica 'adoração ao demônio'

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Neymar, Supla, Luan e
Tony Ramos teriam no
Irã cabelo diabólico
O governo do Irã proibiu cortes que deixam os cabelos com irregularidades e arrepiados por entender que essa “natureza não ortodoxa” indica “adoração ao demônio”.

A proibição inclui adornos masculinos, como tatuagens, bronzeamento artificial e depilação de sobrancelhas por homens.

Irã é uma república islâmica que tem como líder supremo Ali Khamenei. Toda a legislação do país está subordinada ao direito islâmico, a Sharia. No país, não há separação entre política e religião.

Mostafa Goyahi, chefe da União dos Barbeiros do Irã, disse que o profissional que cortar cabelo no estilo de adoradores do diabo terá cancelada a licença de funcionamento de sua loja.

Apesar da proibição, os jovens mais corajosos vão continuar ostentando corte “esquisito” de cabelo, à moda Ocidental, recorrendo a cabeleireiros clandestinos.

Goyahi disse que haverá uma caça a esses cabeleireiros, para que sejam punidos.

Entre os brasileiros famosos que pelo critério islâmico usam ou já usaram corte diabólico de cabelos estão Neymar, Supla, Luan e Tony Ramos, ao interpretar "Otávio" na novela "Guerra dos Sexos", todos nas fotos acima.

Com informação das agências.





Sete países têm lei de pena de morte a ateus, revela relatório


segunda-feira, 4 de maio de 2015

Terra não suportará a humanidade por mais mil anos, afirma Hawking

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Holograma de Hawking
que participou de uma
conferência em Sidney
O astrofísico Stephen Hawking (foto) disse que a exploração espacial deve ser levada a sério porque a Terra não aguentará a humanidade por mais mil anos.

Fim de abril, a partir do Reino Unido, ele participou por intermédio da transmissão de seu holograma de uma conferência em Sidney, na Austrália, na sala de Ópera Sydney, que ficou lotada.

“Não acredito que duremos outros mil anos sem sairmos do nosso frágil planeta”, disse. “Por isso, lembrem-se de olhar para as estrelas e não para os pés”.

Mais recentemente, o físico britânico tem falado com frequência sobre esse tema. No começo de março, em Londres, ele falou que a viagem do homem à Lua pode ter sido o começo de uma exploração espacial que vai garantir mais longevidade da espécie humana.

Essa viagem abriu as perspectivas para a colonização de outros planetas, afirmou. “Nossa sobrevivência pode depender disso.”

Ao responder a pergunta sobre qual a falha humana que ele gostaria de corrigir, se fosse possível, Hawking afirmou que suprimiria a agressão de nossa espécie.

“A violência pode ter feito a diferença para a sobrevivência dos homens das cavernas, para obter comida e território ou ainda parceira para se reproduzir, mas agora ela ameaça destruir a todos nós.”

A qualidade humana que ele gostaria de enfatizar é a empatia, que “nos une em um estado pacífico e amoroso”.

Para a plateia de Sidney, Hawking falou que era a primeira vez que participava como um holograma de uma conferência. “Foi uma convite que eu não poderia recusar, embora gostasse mais de estar ali em pessoa.”

Com informação das agências.





Ciência vai ganhar da religião, afirma Stephen Hawking

Justiça francesa manda retirar estátua de João Paulo 2º de praça

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da RFI

Sentença de Tribunal diz
que homenagem ao papa
contraria a laicidade 
A Justiça francesa ordenou a retirada de um monumento em homenagem ao papa João Paulo 2º instalado em uma praça pública de uma pequena cidade do oeste do país (na foto ao lado).

O tribunal avaliou que a obra contraria a lei sobre a laicidade, que determina a separação entre a religião e os espaços públicos na França.

A obra, composta por uma estátua de bronze do papa cercado por um arco e uma cruz de 8 metros, está exposta desde 2006 na cidade de Ploërmel, na região da Bretanha. A praça na qual o monumento é exibido ganhou o nome de São João Paulo 2º, depois que o pontífice foi canonizado.

O tribunal administrativo de Rennes determinou que o monumento, “pela sua disposição e suas dimensões, apresenta um caráter ostentatório” que fere a Constituição francesa.

Para a Justiça, o problema é a existência da cruz, “símbolo da religião cristã”, e não a estátua do papa em si. A decisão judicial ressalta o caráter laico da República francesa e lembra a lei de 1905, que instituiu a separação entre o Estado e a Igreja.

“Este julgamento implica, necessariamente, que o monumento, tal como ele está instalado, seja retirado do seu local atual”, afirma a decisão, que deve ser cumprida nos próximos seis meses pela prefeitura.

A obra foi um presente dado à cidade pelo artista russo Zurab Tseretli. Desde que foi instalado, o monumento causa polêmica.

Em 2010, defensores da laicidade criticaram o uso de recursos públicos para financiar o pedestal que sustenta a escultura, no qual está escrita a frase “Não tenham medo”, dita por João Paulo 2º. Os opositores também não aceitaram o gasto de € 30 mil (R$ 103 mil) com a cerimônia de inauguração da obra.

A Federação do Pensamento Livre, autora do processo para pedir a retirada do monumento, comemorou a decisão, considerada “uma nova vitória”.

No ano passado, a associação conseguiu a remoção de vários presépios colocados em instituições públicas na época do Natal.





Americana é do ‘Senhor Jesus’, diz placa de prefeito evangélico

MP recorre contra lei que impõe Bíblia em escolas de São Gonçalo

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Lei do evangélico Marins
 usa dinheiro público para
 fazer proselitismo religioso
O MP (Ministério Público) do Estado do Rio de Janeiro ajuizou uma representação de inconstitucionalidade contra a lei de São Gonçalo (RJ) que obriga as escolas públicas e privadas a terem a Bíblia em “local de destaque”, inclusive as versões em braille e a em áudio.

A aquisição dos exemplares da Bíblia tem de ser feita com o dinheiro dos cofres públicos, por intermédio das “dotações orçamentárias próprias ou suplementares".

A lei que recebeu o número 556/2014 foi uma proposta do vereador evangélico Armando Marins (PR), na foto, que se elegeu com o apoio do pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

São Gonçalo tem mais de 1 milhão de habitantes e fica a 25 km da capital, Rio. O atual prefeito é Neílton Mulim (do mesmo partido do vereador), com mandato até 2016. Foi ele quem sancionou a lei.

O artigo 3º da lei permite que instituições religiosas distribuam no pátio das escolas exemplares da Bíblia durante a semana que antecede “O Dia do Livro”. A lei não menciona qualquer outro tipo de livro, sobre literatura ou ciência, por exemplo.

Em seu ajuizamento, o Ministério Público afirmou que a lei contém um “vício de iniciativa” porque somente o prefeito poderia propor a medida por intermédio do envio de um projeto de lei à Câmara Municipal, de acordo com a Constituição do Estado do Rio de Janeiro.

Além disso, segundo a mesma Constituição, os vereadores não têm respaldo legal para interferir na seleção de livros de uma biblioteca de escola privada.

O MP concluiu que a lei é inconstitucional após análise feita a pedido do jornalista e escritor Eduardo Banks.

O vereador Marins, para justificar a sua lei, disse que a Bíblia merece destaque nas bibliotecas escolares porque “é o primeiro livro impresso do mundo”.

Para Banks, trata-se de um argumento pueril, porque “os livros e a leitura não nasceram da imprensa” porque os manuscritos existiam há pelo menos 4 mil anos antes de Gutemberg ter inventado a prensa de caracteres.

“Se tomarmos como critério de valor de antiguidade na escrita literária (e não apenas a antiguidade na impressão), a Bíblia certamente não foi o primeiro livro escrito do mundo.”

Ele acrescentou que “textos nascem de textos”, o que significa que a Bíblia “é apenas um decalque e um recorte de outros livros mais antigos, dos assírios e dos egípcios, como a ‘História dos Dois Irmãos’ (época da 19ª Dinastia Faraônica), que serviu de base, trezentos anos depois, para a narrativa de José (filho de Jacó), no Egito (Gênesis, 39)”.

Banks defendeu em sua argumentação ao Ministério Público que a lei, além de conter “vício de iniciativa”, desrespeita a laicidade do Estado prevista na Constituição do Rio e na do Brasil, porque contempla apenas o livro sagrado dos cristãos, descartando todos os demais, como o Corão.

O jornalista afirmou ter ficado “espantado” já no primeiro artigo da lei, porque ele “emprega a expressão “sagrada” para se referir à Bíblia, demonstrando que o Legislador considerou que existiria uma “sacralidade” em oposição ao “mundano” ou “profano”, fazendo a lei oficializar a perspectiva do “sagrado” em detrimento da laicidade estatal que a Constituição propugna”.

Ateu militante, Banks é autor de várias representações ao Ministério Público nas quais combate políticos que misturam o interesse público com o sectarismo religioso.

Na época em que a lei entrou em vigor em São Gonçalo, Maria Beatriz Lugão, do Sindicato Estadual dos Profissionais de Ensino da cidade, disse que a escola pública tem de se manter longe de denominações religiosas.

“Ainda nem chegou todo o material escolar, e a prefeitura já vai gastar com material religioso?”

A Justiça vai decidir se acolhe ou não o ajuizamento do Ministério Público. O relator do caso é o desembargador Carlos Santos de Oliveira.

Com informações de  Eduardo BanksAdin 0018946-93.2015.8.19.0000Ministério Público e foto da página do Facebook de Armando Marins.





Justiça suspende lei que impunha Bíblia em escolas de Florianópolis

Polícia mata atiradores em exposição de caricaturas de Maomé

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Concurso atraiu
350 caricaturas
de Maomé
Policiais de Garland, no Texas (EUA), mataram na noite de domingo (3) dois homens que, de dentro de um carro, estavam dando tiros de rifles  no Centro Curtis Culwell, onde se realizava um concurso de caricatura de Maomé.

Um dos atirados era Elton Simpson, que desde 2006 era vigiado pelo FBI, a polícia federal dos Estados Unidos. Em 2010 ele havia sido condenado à liberdade condicional por mentir que não tinha interesse em participar de jihad violenta na Somália.

Outro atirador foi identificado como Nadir Soofi, companheiro de quarto de Simpson.

Ambos seriam admiradores do Estado Islâmico.

Um segurança do centro cultural foi atingido na perna pelos homens e não corre risco de morte. A exposição estava fortemente protegida pela policia local.

O concurso foi organizado pela American Freedom Defense Initiative, liderada por Pamela Geller, com o propósito de reagir à “intimidação violenta” de muçulmanos da cidade.

Líderes muçulmanos acusam Pamela de ser uma militante da islamofobia.

A entidade concedeu US$ 10 mil ao primeiro colocado do concurso. Houve a apresentação de 350 caricaturas.

Os muçulmanos consideram como ofensa toda e qualquer representação de Maomé.

Com atualização e informação das agências. 





Muçulmano pega 11 anos de prisão por ameaçar South Park

domingo, 3 de maio de 2015

Ensino do criacionismo é uma afronta à escola, diz professor

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Becker afirma
que criacionismo
é religião pura
A proposta da deputada estadual e pastora Liziane Bayer (PSD), do Rio Grande do Sul, de introduzir nas escolas públicas e privadas o ensino criacionista é uma afronta às escolas, disse Fernando Becker (foto), professor de Psicologia da Educação na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).

O criacionismo é baseado em crença, não em evidencia, afirmou o professor ao jornal Zero Hora. “É um total contrassenso que vai contra qualquer sentido científico.”

Becker afirmou que a função da escola não é fazer proselitismo religioso, mas proporcionar conhecimento à população, que, se não fosse assim, não teria acesso aos resultados da ciência. “E o criacionismo é religião pura.”

Liziane apresentou um projeto de lei por achar injusto que as escolas ensinem apenas a teoria da evolução das espécies, de Charles Darwin (1809-1882), e não também a versão bíblica de que Deus é o criador de tudo.
Para ela, se o criacionismo fosse ensinado nas escolas, a família gaúcha passaria a ter “o direito de escolher se descende de um macaco ou de outro bicho, ou se foi criada por Deus”.

O professor de filosofia Luiz Carlos Bombassaro, também da UFRGS, afirmou que não se pode comparar o ensino de ciência, baseado em evidências e no que é possível comprovar, com o de criacionismo, cujo conteúdo é religioso e dogmático.

Bombassaro disse que alguns defensores do criacionismo consideram sua crença como ciência, mas se recusam a questioná-lo, como seria normal em uma área em evolução de conhecimento.

O projeto de lei da pastora da Igreja Internacional da Graça de Deus vai ter de ser submetido a comissões da Assembleia Legislativa antes de chegar ao plenário, para ser votado, se não for arquivado durante a tramitação.

O deputado Tarcísio Zimmermann (PT) é um dos opositores ao projeto porque, disse, as aulas de religião (que são facultativas) já difundem o criacionismo.

Ele fez um desafio a sua colega Liziane: apresentar uma argumentação científica que sustente o criacionismo.

Com informação do Zero Hora e da Assembleia Legislativa do RGS, com foto de divulgação.





Crer que um deus criou tudo é preguiça mental, afirma Krauss

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