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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Polícia do Havaí prende cardeal americano por dirigir bêbado

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da Religión Digital

Levada foi solto
após pagar fiança
de 500 dólares 
O cardeal americana William Joseph Levada (foto), residente em Menlo Park, foi detido na semana passada quando dirigia em Ilha Grande, disse a porta-voz policial Chris Loos. Levada não estava com acompanhantes. Foi detido por suspeita de dirigir em estado de embriaguez.

Ficou em liberdade após pagar uma fiança de 500 dólares. No dia 24 de setembro, deve comparecer no tribunal do distrito de Kona.

Em uma declaração emitida pela Arquidiocese de San Francisco, o prelado de 79 anos disse que lamentava o seu erro e que cooperará com as autoridades.

Levada foi detido após um agente da patrulha de Kona o ver dirigir de maneira errada na estrada Queen Kaahumanu, disseram as autoridades.

Levada começou sua gestão como arcebispo de San Francisco em 1995. Entre maio de 2005 e junho de 2012, foi prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, durante o papado de Bento XVI. Foi um dos dignitários de maior peso na Igreja católica. Levada renunciou em 2012.

Mike Brown, porta-voz da Arquidiocese de San Francisco, confirmou que o cardeal estava de férias no Havaí com amigos religiosos.

Levada é agora prefeito emérito da Congregação para a Doutrina da Fé e arcebispo emérito de San Francisco.

Com tradução do Cepart





Padre de cueca é flagrado correndo atrás de garoto

Matador de jornalistas afirmou ter agido a pedido do Senhor

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Flanagan era da
religião fundamentalista
Testemunhas de Jeová
Cerca de duas horas depois de ter assassinado a tiros uma jornalista e um cinegrafista que transmitiam uma reportagem ao vivo, Vester Lee Flanagan (foto) mandou um fax de 23 páginas para a ABC News afirmando que o “Senhor” lhe orientou que agisse.

O próprio Flanagan gravou ontem os tiros que deu em Alison Parker (foto baixo), 24, e Adam Ward (foto), 27, com os quais trabalhou havia dois anos com o nome profissional de Bryce Williams no canal WDBJ-TV, uma afiliada na cidade de Moneta (Virgínia) da ABC. Ele postou as imagens no Twitter.

Desempregado havia dois anos, Flanagan acusou no fax de ter sofrido da parte de suas vítimas discriminação por ele ser negro e gay.

No dia em que foi demitido na WDBJ-TV por criar encrencas com colegas de trabalho, inclusive com Ward, Flanagan teve de sair arrastado por um policial da redação da emissora.

O jornalista teve tempo de dar uma cruz ao seu chefe e advertiu que ele poderia precisar daquilo.

Alison e Adam foram mortos
quando transmitiam ao vivo
Flanagan processou a emissora e os dois ex-colegas, mas a acusação foi arquivada pela Justiça por falta de provas.

No atentado, o jornalista atingiu também, nas costas, Vicki Gardner, da câmara de comércio da região. Hospitalizada, o estado dela é estável.

Flanagan se matou com um tiro na cabeça ao ser perseguido pela polícia, de acordo com informações oficiais.

O seu longo fax tem evidência de que ele sofria de distorções mentais, incluindo o fanatismo religioso.

Ele era seguidor da religião fundamentalista Testemunhas de Jeová.

Flanagan filmou seu próprio crime



Com informações das agências.





Livro orienta como curar a Síndrome do Trauma Religioso

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Criança treina decapitação com ursinho de pelúcia, mostra vídeo

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Garoto de três anos
corta pescoço
de ursinho infiel
Imagens de um vídeo [ver abaixo] atribuído ao Estado Islâmico mostram um menino de três anos, no máximo, treinando decapitação em um ursinho de pelúcia.

Vestido de preto e com uma boina bege, o garotinho entra em um quarto. Alguém por detrás da câmera fala “taklfir”, e o menino, sorrindo, levanta uma lâmina que tem na mão direita e decapita o ursinho.

‘Taklfir’ é uma palavra pejorativa para identificar o não crente, que, para os radicais islâmicos, tem de ser morto.

O jornal britânico Daily Mail informou que não conseguiu provas de que o vídeo seja do Estado Islâmico, que tem divulgado pela internet criança em treinamento de ataques aos infiéis, mas suas imagens não são tão amadoras quanto às da criança decapitadora.

Para o Daily Mail, as imagens parecem tem sido inspiradas nos vídeos do decapitador Jihadi John.

A roupa do garoto e o gesto de levantar a lâmina foram copiados do facínora.


Com informação do Daily Mail.





Fotos mostram Estado Islâmico jogando gays de cima de prédios

Projeto de lei de Cunha isenta de imposto as doações às igrejas

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Evangélico propôs
mais um benefício
para as igrejas
O projeto de lei 3543 do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na foto, se aprovado pelo plenário da Câmara, isentará de Imposto de Renda as doações em dinheiro até certo limite às igrejas.

Proposta em 2008, a concessão do benefício se encontra no momento na Comissão de Finanças e Tributação.

O relator do projeto é o deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG), que é evangélico como Cunha.

Quintão é réu na ação civil 5034047-88.2009.8.13.0024, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Ele foi acusado pelo Ministério Público Estadual de improbidade administrativa.

A tramitação do projeto de lei se acelerou com a eleição de Cunha para a presidência da Câmara. Mas agora, com a denúncia da Procuradoria Geral envolvendo o deputado no sistema de propina do caso Lava Jato, o projeto terá menos adesões para chegar ao plenário, ainda que Cunha continue com o apoio da bancada evangélica.

Caso venha a ser aprovada, contrariando as expectativas, a isenção de IR se tornaria em um mecanismo de lavagem de dinheiro de supostos doadores às igrejas, em conluio com pastores.

Mesmo sem a isenção, Cunha já teria usado a Assembleia de Deus para recebimento de propina do petrolão.

Com informações da Câmara dos Deputados e de outras fontes e foto de divulgação. 






Emenda de Cunha livra Soares e Malafaia de dívida milionária

sábado, 22 de agosto de 2015

Intolerância religiosa pode levar a conflitos de rua, diz advogado

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'Pastores
neopentecostais
propagam o ódio'
A intolerância contra as religiões de afrodescendentes por parte de pastores neopentecostais, em programas de TV, poderá resultar em conflitos de rua, advertiu o advogado Hédio Silva Jr.

“Se as autoridades públicas não se derem conta de que isso [a intolerância] é um problema crescente, nós podemos ter conflitos coletivos sérios, em decorrência dessa gramática que projeta o outro que deve ser destruído.”

Para ele, Brasil está caminhando “a passos largos” nesse sentido.

Silva é o autor da ação judicial vitoriosa contra os programas da TV Record e Rede Viva por incitarem ódio e discriminação aos seguidores de candomblé e umbanda.

O juiz federal em São Paulo Djalma Moreira Gomes determinou às duas emissoras que veiculem quatro programas de uma hora de duração cada um deles para que religiões de afro-brasileiras possam se defender da discriminação e estigma.

Silva tem a expectativa de que esses programas sejam o marco de partida da reação da sociedade à propagação de ódio na TV. Disse que os pastores vão ter de “respeitar a diversidade religiosa”.

O advogado disse ainda que em país laico, como o Brasil, todos têm direito a uma crença, mas isso implica respeito à religião do outro e também a quem não professa credo algum.

"Essa violência é inadmissível"



Com informações da TV Brasil. 





Justiça condena pastor e seguidor por intolerância religiosa

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