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terça-feira, 4 de agosto de 2015

Perseguição aos cristãos pelos romanos é mito, afirma livro

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Este quadro não faz sentido porque
romanos eram tolerantes religiosos
s
O filósofo Friedrich Netzsche escreveu que os cristãos gostam de fazer o papel de vítimas, de coitadinhos, para tirar proveito disso. É como se eles dissessem a todo instante: “Somos perseguidos, embora sejamos bonzinhos.”

O livro The Myth of Persecution: How Early Christians Invented a Story of Martyrdom (“O mito da perseguição: como os primeiros cristãos inventaram uma história de martírio”, em tradução livre), de Candida Moss, reforça a abordagem de Nietzsche, pelo menos quanto à suposta perseguição dos cristãos pelos romanos. Ela é professora de Novo Testamento e de cristianismo primitivo na Notre Dame, universidade católica dos Estados Unidos.

De acordo com a tradição da Igreja Católica e a crença popular, os primeiros cristãos foram implacavelmente perseguidos pelo Império Romano e muitos deles, vivos, serviram de comida de leões, no Coliseu, tornando-se mártires que são venerados até hoje. Tudo ficção.

A verdade é que até um século depois de o cristianismo se tornar religião oficial do Império Romano, na época de Constantino, não havia sequer um único registro de fonte fidedigna de execução de cristão por romano. “Acusações aos cristãos eram raras”, constatou Candida.

Com certeza, alguns cristãos sentiram o peso da brutalidade romana, como pessoas de outras crenças, mas não pelo fato de eles acreditarem em uma divindade chamada Jesus.Foi por algum outro motivo.

Politeístas, os poderosos romanos não se importariam e nem se sentiriam ameaçados por uma pequena seita cujos seguidores adoravam um único deus. Seita que era apenas mais uma entre tantas outras. Os cristãos não tiveram na época a importância a qual hoje afirmam que tiveram.

As histórias sobre a vida e a morte dos mártires se firmam no século II dC como um novo gênero de ficção. Elas se tornaram muito popular, conta Candida Moss. Nos relatos, havia muita violência: cristãos sendo pisoteados até a morte ou decapitados por oficiais romanos.

Alguns historiadores classificam essas histórias como “pornografia sagrada de crueldade", porque se referiam a homens e mulheres da igreja primitiva os quais teriam sido submetidos a tortura e sofrimentos de toda ordem por professarem a fé cristã.

Se essas histórias foram verdadeiras e tão impactantes, como entender a demora para que viessem à luz tanto tempo depois?

A resposta é simples: elas foram inventadas para reforçar a mitologia cristã ainda em formação naquela época.

Histórias de martírio foram
inventadas, afirma autora
Isso não impediu que a partir do século 18 alguns papas declarassem o Coliseu como local santificado com o sangue de mártires.

A abordagem do livro de Moss retoma uma questão que já tinha sido debatida no século 18 por Voltaire (1694-1778), entre outros pensadores.

No livro "Tratado sobre a Intolerância", ele disse que as histórias de perseguição aos cristãos não têm nenhum substância porque os romanos eram extremamente tolerantes em relação às religiões. Tanto que, entre eles, existia o princípio Deorum offensae diis curae ("Somente os deuses devem ocupar-se das ofensas feitas aos deuses").

“Os romanos não professavam todos os cultos, nem dava a todos a sanção pública, mas permitiam que todos fossem celebrados”, afirmou Voltaire.

O filósofo francês escreveu que, para os romanos, a tolerância religiosa era tida como a lei mais sagrada dentre os direitos humanos.

“Segundo nos dizem, assim que os cristãos apareceram, eles foram perseguidos por esses mesmos romanos que não perseguiam ninguém. Parece-me evidente que tais fatos são totalmente falsos.”

Com informação do The Myth of Persecution: How Early Christians Invented a Story of Martyrdom e de outras fontes.





Ateu diz ser um 'cristão' melhor que os cristãos de verdade

domingo, 2 de agosto de 2015

Diretor do 'Charlie' diz que atentado reforçou seu ateísmo

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Sourisseau afirmou que
 uso da liberdade não é
provocação a religiosos
Sem considerar a possibilidade de que alguém pode não crer em divindade, uma jornalista convidada do “Roda Viva” perguntou a Laurent Sourisseau (foto), 49, atual diretor do Charlie Hebdo, se o atentado ao jornal alterou sua relação com fé, tendo em conta que ele se viu diante da morte.

A resposta foi: “Não, não tenho religião. Sou ateu. E o que ocorreu só fez confirmar a minha convicção”. [Ver vídeo abaixo]

De passagem pelo Brasil, Sourisseau, que assina seus cartoons como RISS, deu entrevista ao programa da TV Cultura de São Paulo falando sobre o atentado por muçulmanos ao jornal humorístico francês, em janeiro de 2015, com a morte de quatro cartunistas.

Sourisseau refutou a acusação de que o jornal provocou os radicais islâmicos publicando caricaturas de Maomé.

Ele argumentou que, assim como as pessoas têm o direito de ser muçulmanas, o jornal tem a garantia da democracia francesa de criticar o que bem entender, sem exclusão da religião. Disse que a liberdade de expressão é um espaço que tem de ser ocupado porque, caso contrário, ele encolhe.

“Não aceito que se diga que fomos provocadores porque [a crítica] faz parte do bê-á-bá no funcionamento da democracia”, afirmou.

Ele defendeu a “democracia racional”, que não se pauta por uma “verdade revelada, mas pela razão”.

Sourisseau afirmou que o “Charlie” não quer acabar com direito à crença, mas o jornal se opõe à intromissão da religião na vida pública.

Para ele, a religião pertence à esfera privada, do fórum intimo de cada pessoa. “Não aceitamos que uma religião imponha regras para toda a sociedade, que proíba todo o mundo disto ou daquilo.”

Sourisseau afirmou que a questão não é saber se vão ocorrer outros atentados de muçulmanos, mas quando isso acontecerá.

Disse que esses radicais jamais vão evoluir porque não há como dialogar com eles porque são devotos de uma ideologia totalitária, a islâmica. “Eles nunca vão compreender o que nós [ocidentais] fazemos.”

O cartunista francês confirmou ter dito a a uma jornalista brasileira que só já jeito de lidar com os radicais islâmicos: matá-los.

Liberdade de expressão é espaço que
tem de ser usado para não encolher


Com informação do Roda Vida e imagem de reprodução do Youtube.





Religião tem de ser satirizada, afirma Salman Rushdie

Médium afirma que leão morto mandou mensagem de otimismo

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Anderson disse que Cecil
criticou a ganância humana
O jornalista britânico Christopher Hitchens (1949-2011) dizia que a religião envenena tudo, desde as coisas mais simples às mais intricadas, e um exemplo disso neste momento se refere ao famoso leão Cecil (foto), que foi abatido recentemente no Zimbábue pelo americano Walter James Palmer.

Acredite quem quiser — e sempre há quem acredite —, a americana Karen Anderson (foto), que diz que se comunica com animais vivos e mortos, disse que falou com a alma de Cecil, que mandou uma mensagem de otimismo à humanidade.

“Eu estou aqui [no céu]”, teria dito o leão à desconsolada Anderson.

Continuou: “Tenha coragem, minha filha, eu estou melhor do que nunca, maior do que antes e ninguém pode tirar a nossa pureza, nossa verdade ou nossa alma. Nunca. Seja forte e fale por todos que sofrem desnecessariamente para satisfazer a ganância humana. Leve luz e amor, vamos superar isso.”

Se o leão está tão bem assim, o caçador Palmer poderá argumentar que fez bem em matá-lo.

Com informação das agências.





Pastor diz ter falado com Deus por intermédio de uma galinha

Luz verde que cruzou céu no Sul foi de cometa, diz pesquisador

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Objeto luminoso foi
 visto em Porto Alegre

O pesquisador César Bertucci (foto), do IAFE (Instituto de Astronomia e Física Espacial da Argentina), disse que deve ter sido um fragmento de comenta que emitiu a luz verde que cruzou no dia 30 de julho o céu do Rio Grande do Sul e Buenos Aires.

Bertucci disse que
não é lixo espacial
O que o levou a essa conclusão foi o fato de o fenômeno ter ocorrido dias após o apogeu da chuva de meteoro Delta Aquarídeas.

Isso descarta a possibilidade de que a luz tenha sido de lixo espacial, disse Bertucci, diferentemente, portanto, do que foi divulgado de início.

Na avaliação do astrônomo Jorge Coghlan, do CODE (Centro de Observadores do Espaço), o que apareceu no céu foi um bólido. Trata-se de uma bola de fogo produzida por meteróide cuja origem pode ser de cometa ou de asteroide.

Com informação das agências e vídeo do Youtube.





'Luz divina' que fez Paulo virar cristão era meteoro, diz estudo

sábado, 1 de agosto de 2015

Descoberto fóssil de 50 milhões de anos de espermatozoide

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Fragmentos foram detectados
 por microscópio eletrônico
Pesquisadores descobriram na Antártida espermatozoides fossilizados de organismos de 50 milhões de anos atrás. No gênero, trata-se das mais antigas células já localizadas.

Os fragmentos de esperma estavam fossilizados dentro de um casulo.

Os pesquisadores suspeitam que o material seja de sanguessuga.

Uma descoberta que se refere a um tempo tão distante e ainda mais de espermatozoide é rara porque esse tipo de células é efêmero e frágil, disse o paleontólogo Benjamin Bomfleur, do Museu Sueco de História Natural e um dos pesquisadores que fizeram um estudo sobre a descoberta.

Os pesquisadores descobriram o casulo ao peneirar pequenos sedimentos de vertebrados em uma região da Antártida.

A presença ali do esperma foi detectada por um microscópio de varredura eletrônica.

Com informação de Live Science.





Jovens acreditam mais na evolução do que em Gênesis

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