E studo indica que dogmas sobre a indissolubilidade do matrimônio e a submissão feminina contribuem para a permanência de mulheres em ciclos de abusos A 5ª edição da pesquisa "Visível e Invisível: a Vitimização de Mulheres no Brasil" (2025) aponta que evangélicas são as que mais sofrem violência doméstica. O levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e Datafolha mostra que 38,7% das evangélicas foram agredidas nos últimos 12 meses no país. O Paulopes já tratou do peso da religião no comportamento feminino: "A submissão bíblica é um dos pilares que sustentam a violência contra a mulher". Cerca de 42,7% das evangélicas relataram violência por parceiro ou ex ao longo da vida. Entre as católicas, o índice registrado foi de 35,1%. Sobre o controle coercitivo, como menosprezo e monitoramento de mensagens, 49,7% das evangélicas viveram tais situações, contra 44,3% das católicas. Sônia Hernandes, bispa da Igreja Renascer em Cristo, criticou o silêncio religio...
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