Na caça à nudez, Malafaia dos católicos critica a Capela Sistina


Padre Paulo Ricardo faz elogio
à Igreja da Idade Média

O padre Paulo Ricardo (foto), o Malafaia dos católicos, fez um malabarismo mental para defender que arte sacra com peladões não é verdadeiramente cristã. 

Para marcar sua presença nas milícias religiosas que agem contra o nu artístico, Paulo Ricardo chegou a criticar o teto da Capela Sistina, a obra renascentista de Michelangelo (1475-1564).

Em um vídeo, disse que, embora a Igreja tenha coberto os personagens nus “em hora oportuna”, o conceito pagão ainda permaneceu, por apresentar Jesus, Deus e Virgem Maria como, respectivamente, Apolo, Júpiter e Vênus.


O padre sabe muito bem que a Igreja Católica desde sempre se inspirou no paganismo. Michelangelo apenas retratou uma verdade.

O padre, certamente, acredita que seus seguidores sejam otários, que não sabem abrir um livro de história ou consultar na internet a história do cristianismo.

O Malafaia católico inventou que a teoria de que quem tira a roupa esconde a alma, como "as mulatas do Carnaval".

Citou Adão e Eva, que tiveram de se vestir após a expulsão de Adão e Eva.

Entre outras baboseiras, elogiou a Igreja da Idade Média, dizendo que não se tratou de um tempo de trevas e que o Renascimento é chamado erroneamente como "Século das Luzes".

Paulo Ricardo não elogiou a Santa Inquisição, mas um dia, talvez, ele obtenha coragem para fazê-lo.





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