Número crescente de estudiosos questiona existência de Jesus



Coincidindo com o avanço do secularismo em várias regiões do mundo, ou talvez por causa disso mesmo, tem aumentado o número de estudiosos que questiona a existência do Jesus.

Novos livros abordam o assunto, blogueiros e canais a cabo de TV expõem as contradições bíblicas, entre as quais as inconsistências sobre a vida do “filho de Deus”.

Trata-se, obviamente, do Jesus histórico porque o mítico — o que nasceu de uma mãe virgem e ressuscitou três dias depois de ter morrido, o que andou sobre as águas, etc. — é uma cópia tão descarada do deus Hórus, que só a mente embrutecida pela fé pode acreditar nisso.

Os questionamentos sobre a existência de Jesus não são novos, mas agora eles voltam revigorados e atingem novas gerações e aquelas que antes só ficavam a mercê das pregações religiosas primárias.

Não há sequer uma prova confiável
 sobre a vida do Jesus histórico 

Não existe o testemunho histórico de uma única pessoa que viveu na época de Jesus que dê respaldo

Tudo pode ser resumido nesta constatação: a existência de Jesus não é sustentada por nenhuma fonte ao que está escrito no Novo Testamento.

Não há um único documento de alguém dizendo: “Eu vi Jesus”.

Não há registro de nascimento nem do atestado de óbito. Nunca foi localizado um fragmento das transcrições do julgamento de Jesus.

O que é estranho, para dizer no mínimo, diante da importância e fama de Jesus, de acordo com a Bíblia.

Os evangelhos falam de Jesus, mas eles foram escritos e reescritos décadas depois da morte do filho de Maria por cristãos empenhados em fazer proselitismo.

E quem foram essas escribas? Ninguém sabe.

A credibilidade dos evangelhos como documento histórico é zero.

O único escriba que pode ser identificado com certeza na Bíblia é São Paulo, mas ele também nunca viu Jesus.

Embora as epístolas de Paulo tenham sido escritas bem antes dos evangelhos, não há nelas nenhuma fonte humana de informação, só divinas e o Velho Testamento. Isso ocorre inclusive em relação à ressurreição e a última ceia.

São Paulo, além do mais, estava preocupado em impor a sua versão do cristianismo — e conseguiu.

Os historiadores romanos Josefo e Tácito fizeram algumas poucas referências (tendenciosas) a Jesus, mas isso um século depois da suposta crucificação do “filho de Deus”.

Também não tem validade nenhuma.

O fato incontestável é este: faltam provas sobre a existência do Jesus histórico, faltam evidências.

Envio de correção.



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