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Argélia condena ativista político a 10 anos de prisão por 'incitar o ateísmo'

A Justiça de Argel condenou Yacine Mebarki a 10 anos de prisão por “incitar o ateísmo”, ofendendo o Islã, e a pagar multa equivalente a US$ 77.400.

O militante de 52 anos foi preso em 30 de setembro de 2020, quando a polícia fez uma busca em sua casa e encontrou uma “prova” do seu ateísmo: um exemplar velho do Corão com uma página arrancada.

A sentença foi anunciada na quinta-feira, 8 de outubro. Nunca no país alguém recebeu pena tão pesada por supostamente promover o ateísmo.

Os ateus são perseguidos no país, mas, nesse caso, a verdadeira causa da condenação é política. Mebarki pertence ao movimento popular Hirak, que faz oposição ao governo.

No momento, 61 pessoas ligadas ao movimento estão aprisionadas.

Mebarki negou ter ofendido Maomé, e entidades de direitos humanos estão pedindo a libertação dele.

É comum no país pessoas serem presas por ofensa ao Islã.

Argélia está na lista dos países onde mais se viola a liberdade de pensamento.

Mebarki: Justiça 
da Argélia é
implacável com
supostos ateus

Com informação do site Al Arabiya e de outras fontes e foto de rede social.

Professores da UFMS repudiam participação de criacionista em encontro científico 




Comentários

Emerson Santos disse…
Se Deus quiser vamos chegar nesse nível ... viva o gado !!!

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