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Tribunal da Rússia condena mais Testemunhas de Jeová à prisão por extremismo

Preso preventivamente desde o
 começo de 2019, Alushkin recebeu
 pena de 6 anos de prisão

O Tribunal de Justiça da cidade de Penza, Rússia, condenou à prisão seis integrantes das Testemunhas de Jeová, seita que foi extinta daquele país em 2017 por ter sido enquadrada como organização extremistas.

Vladimir Alushkin (foto) teve a pena maior, 6 anos. Os demais, incluindo a mulher dele, foram sentenciados a 2 anos, mas ficarão livres, sob vigia.

O Ministério Público queria que Alushkin ficasse preso 7 anos e  pena de três a quatro anos para os outros.

Jarrod Lopes, porta-voz mundial das TJs, negou que sua igreja seja extremista, acrescentando que a Justiça russa vem impondo pesadas penas a seguidores da religião.



Só em 2019, tribunais da Rússia condenaram 18 Testemunhas de Jeová. 
 
Em fevereiro, Dennis Christensen, dinamarquês radicado naquele país, foi sentenciado a 6 anos de prisão.

As autoridades policiais intensificaram a perseguição aos seguidores da seita que tentam manter seus encontros, apesar da proibição.

Organizações de direitos humanos criticam o Governo de Putin por acabar com a liberdade de crença, com o respaldo da Igreja Ortodoxa.

O apoio às TJs não tem sido maior porque a Igreja possui em todos os países onde se encontra um histórico de intolerância em relação a seus ex-membros.



Com informação das agências e foto de divulgação.




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Comentários

Emerson Santos disse…
Isso ai .. lugar de maluco eh no hospício ... mais se for na prisão .. melhor ainda

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