Tribunal russo mantém prisão de Testemunha de Jeová acusado de extremismo

Dinamarquês terá
 de cumprir seis anos
 de prisão na Rússia

Uma Corte de apelação da Rússia rejeitou o pedido de anulação da condenação de um Testemunha de Jeová que cumpre pena de seis anos de prisão sob acusação de “extremismo”.

O religioso é o dinamarquês Dennis Christensen (foto), que foi sentenciado em fevereiro de 2019 pelo tribunal de Orel, uma cidade que fica a 400 km ao sul Moscou.

Em 2017, a Suprema Corte da Rússia extinguiu as Testemunhas de Jeová.

O Governo de Putin acusa os seguidores da religião de afrontamento ao Estado.

As Testemunhas de Jeová afirmam que Putin acabou com a liberdade de crença.

Paul Gillies, porta-voz da Igreja, disse que a decisão do Tribunal de Recursos vai endurecer a perseguição policial àqueles que professam essa fé.

De acordo com ele, 197 fiéis respondem a processos judiciais. Destes, 28 estão presos preventivamente e 24 em prisão domiciliar.

As Testemunhas de Jeová têm sido acusadas em vários países, incluindo o Brasil, de perseguir seus ex-fiéis.

A Igreja também é acusada por permitir a morte de crianças e adultos, impedindo que sejam salvos por médicos com transfusão de sangue.

Com informação de sites internacionais.





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