Bispo conselheiro do papa renuncia por suspeita de assediar seminaristas


Juan Fasquelle é
também acusado
 de ter desviado
US$ 1,3 mi da caridade

O bispo Juan José Pineda Fasquelle (foto), um dos conselheiros de Francisco, pediu afastamento da Igreja após ser acusado de ter assediado dois seminaristas.

Ele era bispo auxiliar de Tegucigalpa, Honduras, e protegido do cardeal Oscar Andrés Rodriguez Maradiaga, que é o coordenador do Grupo de Cardeais C9, cuja função é assessorar Francisco na reforma da Igreja.

Em dezembro de 2017, a revista italiana L'Espresso deu um furo de reportagem ao revelar que a própria Igreja estava investigando Fasquelle de ter assediado dois seminaristas e desviado US$ 1,3 milhão que o governo hondurenho tinha entregue à Igreja para projetos de caridade.


Fasquelle teria usado parte desse dinheiro para presentear amigos íntimos em Honduras e no Exterior.

Fasquelle parece ser apenas um baralho entre outros que compõem um castelo do Vaticano.

O próximo baralho a cair é o cardeal Oscar Maradiaga, por ter perdido a credibilidade, e não só por ser amigo bem próximo de Fasquelle.

Defensor de uma Igreja pobre que dê apoio aos miseráveis, Maradiaga vinha recebendo da Universidade Católica de Tegucigalpa 35 mil euros por mês e anualmente um décimo terceiro de 54 mil euros.

Com informações do National Catholic Register, Crux, L'Espresso e outras fontes, com foto de divulgação.


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