Pular para o conteúdo principal

Juiz decide que Lindemberg vai a júri popular pela morte de Eloá

Lindemberg Alves, 22, será julgado por um júri popular sob a acusação de ter matado Eloá Cristina Pimental, 15, sua ex-namorada. Além do homicídio qualificado, ele vai responder por tentativa de homicídio, cárcere privado e disparo de arma de fogo. A decisão é do juiz José Carlos Carvalho, do Júri de Execuções Criminais de Santo André.

Ainda não há data marcada para o júri, mas há a expectativa de que o julgamento ocorra neste primeiro semestre do ano.

Ana Lúcia Assad e Edson Pereira Belo da Silva, advogados de Lindemberg, vão tentar impedir a constituição de um júri. Eles vão entrar com recurso contra a decisão do juiz.

Carvalho tomou a decisão pela formação júri – que já era tida como certa pelos advogados criminalistas – nesta quinta (8), depois de ouvir Lindemberg e as testemunhas arroladas pela defesa e os pela  acusação, os promotores Valéria Aparecida Campos, José Nildo Alves Cardoso e Marcelo Augusto de Oliveira

Seguindo orientação de seus advogados, o rapaz não quis se manifestar. “Prefiro não me manter calado nesta oportunidade”, disse ao juiz.

A primeira testemunha a prestar depoimento foi Nayara Rodrigues da Silva, 15, amiga de Eloá. Ela reafirmou que Lindemberg atirou em Eloá e nela quando soldados da PM forçaram a porta de entrada do apartamento onde as duas estavam reféns. Na versão da polícia, a invasão se deu depois de o Lindemberg ter feito um disparo.

Nayara disse que Lindemberg invadiu o apartamento de Eloá determinado a matá-la, porque ele não acreditava que a ex-namorada reataria o relacionamento.

As duas adolescentes ficaram sob o poder do rapaz por mais de 100 horas em Santo André, na Grande São Paulo, até que, no dia 17 de outubro do ano passado, Lindemberg disparou um tiro na cabeça de Eloá e outro no rosto de Nayara.

Ana Cristina, mãe de Eloá, compareceu ao Fórum Criminal de Santo André para acompanhar os depoimentos. Por alguns instantes, em uma sala, ela encontrou-se com Lindemberg. Disse que ele não teve coragem de encará-la.

“Qualquer punição para o Lindemberg não é suficiente”, falou depois aos jornalistas. “Eu o tratava como um filho.”

Depois da decisão do juiz, Lindemberg foi levado de volta para a penitenciária de Tremembé, a 138 quilômetros de São Paulo.

> Caso Eloá Pimentel.

Comentários

Anônimo disse…
Lindemberg, é mais uma vitima desta cultura de
"piriguetes" e meninas indecentes do Orkut.
Ele é vitíma das mães que deixam as filhas levarem os namorados para tranzar em casa.
Ele é vitíma tambem da incompetência da polícia.
Tenho dois filhos e vivo as voltas com as Eloas e Nayaras, que avançam com sexo,drogas e funk!
Anônimo disse…
Dona Vanessa...
Pois adote o coitadinho, o pobrezinho...
E o leve para dentro de sua casita para lhe ajudar a ensinar seus filhinhos como se deve tratar uma mulher.
Ora francamente, era só o que realmente me faltava ver escrito aqui.
Defensora de bandidinhos!
Onde está o seu senso de justiça??
Ninguém é dono de ninguém sra Vanessa!
Relacionameto conjugal (e de nenhum tipo) näo é feito a pregos, somos livres!
Pense nisso, antes que seus filhos se tornem um LINDEMBERG DA VIDA!



Mari...
Anônimo disse…
Concordo plenamente com a Mari.
Anônimo disse…
EU TAMBEM ACHO NINGUEM TEM DIREITO DE TIRA A VIDA TE NINGEM

Post mais lidos nos últimos 7 dias

90 trechos da Bíblia que são exemplos de ódio e atrocidade

Veja 14 proibições das Testemunhas de Jeová a seus seguidores

Historiador católico critica Dawkins por usar o 'cristianismo cultural' para deter o Islã

Jesus não é mencionado por nenhum escritor de sua época, diz historiador

'Sou a Teresa, fui pastora da Metodista e agora sou ateia'

Pastor Lucinho organiza milícia para atacar festa de umbanda

Ex-freira Elizabeth, 73, conta como virou militante ateísta

'Quando saí [do  convento], era como eu  tivesse renascido' Elizabeth Murad (foto), de Fort Pierce (EUA), lembra bem do dia em que saiu do convento há 41 anos. Sua sensação foi de alívio. Ela tocou as folhas de cada árvore pela qual passou. Ouviu os pássaros enquanto seus olhos azuis percorriam o céu, as flores e grama. Naquele dia, tudo lhe parecia mais belo. “Quando saí, era como se eu estivesse renascido”, contou. "Eu estava usando de novo os meus sentidos, querendo tocar em tudo e sentir o cheiro de tudo. Senti o vento soprando em meu cabelo pela primeira vez depois de um longo tempo." Ela ficou 13 anos em um convento franciscano de Nova Jersey. Hoje, aos 73 anos, Elizabeth é militante ateísta. É filiada a uma fundação que denuncia as violações da separação entre o Estado e Igreja. Ela tem lutado contra a intenção de organizações religiosas de serem beneficiadas com dinheiro público. Também participa do grupo Treasure Coast , de humanistas seculares.

Só metade dos americanos que dizem 'não acredito em Deus' seleciona 'ateu' em pesquisa

Música gravada pelo papa Francisco tem acordes de rock progressivo. Ouça