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Justiça prolonga prisão do Pastor Everaldo no caso de corrupção do Rio

com Agência Brasil   O STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu converter a prisão do presidente do PSC, Pastor Everaldo, de temporária para preventiva (que não tem prazo para acabar).

A decisão foi tomada ontem (4) pelo ministro Benedito Gonçalves, relator da Corte que acompanha a Operação Tris In Idem. A determinação atende pedido da Procuradoria-Geral da República.

A operação, de iniciativa do Ministério Público Federal, é um desdobramento da Operação Placebo, que investiga atos de corrupção em contratos públicos do governo do Rio de Janeiro, e que também resultou no afastamento do governador fluminense Wilson Witzel, por 180 dias.

O Pastor Everaldo foi preso na sexta-feira da semana passada (28) por causa de suposto envolvimento no esquema de corrupção. 

Foi ele quem batizou Jair Bolsonaro no rio Jordão, em Israel, sendo o responsável pela aproximação entre o então candidato a presidente e evangélicos.

A prisão temporária já havia sido prorrogada uma vez a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), que também solicitou a manutenção do encarceramento do Pastor.

Em nota enviada à imprensa, a direção do PSC afirma que o Pastor Everaldo “está sendo alvo de uma delação mentirosa.” 

O comunicado descreve que “o Pastor reafirma sua inocência, confiança na Justiça e fé em Deus.” 

Pastor Everaldo é suspeito de pedir repasse de propina 

Comentários

Anônimo disse…
Essa gente dessa profissão sempre se envolve com coisas erradas

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