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Pastor que batizou Bolsonaro é preso por suspeita de corrupção

A Polícia Federal prendeu hoje (28)

pela manhã o Pastor Everaldo Pereira, presidente do PSC e da Assembleia de Deus, e seus dois filhos, Filipe e Laércio, sob a suspeita de estarem envolvidos no esquema de corrupção do governador Wilson Witzel (PSC), do Rio.

Pereira é o responsável pela aproximação de Jair Bolsonaro dos evangélicos. O pastor foi quem batizou o então deputado federal Bolsonaro no Rio Jordão, em Israel.

O STJ (Superior Tribunal da Justiça) autorizou 17 mandados de prisão e 72 mandados de busca e apreensão contra os envolvidos na quadrilha chefiada por Witzel, que foi afastado do governo, em operação da Polícia Federal chamada de Tris in Idem.

A Procuradoria Geral da República acusa o governador de desviar dinheiro de organizações sociais, principalmente da saúde e da educação.

Em 2012 ele foi condenado a pagar indenização de R$ 85 mil reais a Katia Maia por agressão e ameça de morte. O Pastor recorreu à segunda instância.

Também em 2012, ativistas dos direitos LGBT declararam que o Pastor Everaldo é “inimigo público” por ter idealizado a campanha “Homem + Mulher = Família”.

Pastor Everaldo
batiza Bolsonaro
no Rio Jordão


Com informação do G1, Folha, Globo News e outras fontes.            



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