Fundador das Testemunhas de Jeová quase foi preso por não pagar pensão a mulher

Igreja não conta
 tudo aos fiéis sobre
 Charles Taz Russell 

A edição de 3 de maio de 1909 do Brooklyn Daily Eaggle [recorte abaixo] informou que a Justiça tinha decretado prisão de Charles Taze Russell (1852-1916), por ele se negar a pagar pensão alimentícia a sua mulher Maria.

Russell é um dos fundadores da Sociedade Torre de Vigia, que é o nome jurídico da igreja Testemunhas de Jeová.

O pedido de prisão foi expedido por um Tribunal de Justiça de Pitsburgo, que é uma das principais cidades dos Estados Unidos, no Estado de Pensilvânia.

Durante os trâmites de um conturbado divórcio, Russel se recusou a pagar uma pensão de US$ 100, que hoje corresponderia a US$ 3.000.

Acredita-se que Russell não foi preso porque ele fugiu para uma cidade fora da jurisdição da Justiça de Pitsburgo.

O recorte do antigo jornal está circulando nas redes sociais, tendo sido compartilhado inicialmente por ex-Testemunhas de Jeová.

Os fiéis da igreja ouvem dos pregadores que Russell foi um homem impoluto, um exemplo de moralidade.


Com informação do Reddit e de outras fontes.





Testemunha de Jeová recusa sangue, morre e deixa 9 filhos

Muçulmanos acusam Nike da ofensa de tênis que pisa em Alá

Na Rússia, Testemunhas de Jeová tomam do seu próprio veneno

Testemunhas de Jeová não podem coletar dados sem autorização, diz tribunal europeu



Receba por e-mail aviso de novo post

Comentários

Emerson Santos disse…
Faça o que eu digo mas não faça o que eu faço ... kkkkkk ... tolinhos
Unknown disse…
A pessoa que republicou esse cortezinho de jornal de 1905 está muito interessado em saber da vida do falecido muito mais do que os "seus supostos sequidores". Por esse motivo ele também sabe que a Senhora Russel foi no emterro do próprio e colocou um lindo buquê de flores a onde dizia: Ao meu querido marido. Foi um reconhecimento tardio de que tudo que ela o acusava não era verdade. Isso ele não publica
Anônimo disse…
Que noticia útil!
Anônimo disse…
O cara aparece aqui e solta uma dessas: "Foi um reconhecimento tardio de que tudo que ela o acusava não era verdade." Isso não exclui o que ele fez e, ir em um enterro de um ex-marido por qualquer que tenha sido o motivo da separação, não exclui o que motivou a separação e nem os problemas posteriores. O problema é que o livro "Proclamadores", que diz foi foi o mais honesto possível em trazer todos os pormenores com suas falhas iniciais da organização, não fala nada desse acontecimento. Claro, pode ser "inútil", mas é uma curiosidade. Ele não era tudo o que dizem nos livros. Era só mais um mercador da fé como muitos de seu tempo. Só um ingênuo para não perceber.