Pular para o conteúdo principal

BBC aponta Marie Curie como a mulher mais influente da história


A cientista
ganhou dois
 prêmios Nobel

A cientista Marie Curie (1867-1934) está no topo de uma lista das cem mulheres mais influentes da história. 

BBC History Magazine elaborou a lista após consultas a estudiosos de diferentes áreas, além do público em geral.

Entre as mulheres escolhidas há ativistas sociais, escritoras, figura históricas e personagens da religião, como a Virgem Maria, que ficou em 12º lugar.

Marie Curie foi a primeira mulher a ganhar o Nobel. Conquistou o prêmio duas vezes.

Em 1903, Marie dividiu o Nobel de Física com o seu marido Pierre Curie e o físico Henri Becquerel. Em 1911 conquistou o Nobel de Química.


A cientista descobriu dois elementos químicos, o rádio e o polônio. O nome deste é uma homenagem a Polônia.

Ela era a mais nova dos cinco filhos do professor física e matemática Wladylaw Skodowska e da pianista da pianista e professora Bronsilawa Boguska.
De família católica, Marie perdeu a fé após a morte por tuberculose de sua mãe, aos 42 anos.

Marie se casou com Pierre em uma cerimônia civil, sem qualquer referência religiosa.

Teve uma infância difícil e lutou contra a pobreza e o machismo para se formar em física e matemática pela Universidade de Paris. 

Fez uma viagem ao Brasil para conhecer as “águas radioativas de Lindoia”.

Ela morreu aos 66 anos em um sanatório na França com leucemia por ficar muito tempo exposta ao rádio. 

Uma das frases mais citadas de Marie Curie é: “Na vida, não existe nada a temer, mas a entender”.

Íntegra da lista das cem mulheres mais influentes.


Miguel Nicolelis afirma que Deus não crê nele e nem ele em Deus

Divulgação da ciência anulará a religião, escreve Dawkins

Crença que rejeita a ciência não merece respeito, diz Dawkins



Ateus famosos de todos os tempos

A responsabilidade dos comentários é de seus autores.

Comentários

Post mais lidos nos últimos 7 dias

90 trechos da Bíblia que são exemplos de ódio e atrocidade

Mescla da política e religião intimida ateus no Brasil. E defendê-los e defender a razão

Deputado estadual constrói capela em gabinete. Ele pode?

Fé de pais TJs não supera direito à vida de um bebê, decide juíza

Como as memórias são armazenadas em nosso cérebro?

Veja 14 proibições das Testemunhas de Jeová a seus seguidores

Ateu manda recado a padre preconceituoso de Nova Andradina: ame o próximo

No noticiário, casos de pastores pedófilos superam os de padres

Holanda pede a religiosos provas de que animal não sofre no abate

Marianne Thieme: "Liberdade religiosa termina onde começa o sofrimento de humanos ou de animais"  O Parlamento da Holanda concedeu aos líderes do judaísmo e do islamismo um ano para provar cientificamente que o abate religioso não causa sofrimento nos animais.  Em junho de 2011, a Câmara dos Deputados aprovou lei que proíbe esse tipo de abate porque é feito sem o atordoamento dos animais. A lei terá de ser votada pelo Senado, para ser confirmada ou não, o que ocorrerá após o prazo dado para a manifestação dos religiosos. A lei foi proposta pelo Partido pelos Animais, o único do gênero no mundo. Para Marianne Thieme (foto), líder do partido, “a liberdade religiosa termina onde começa o sofrimento humano ou animal”. Ela é seguidora da Igreja Adventista do 7º Dia. A proposta da nova lei uniu judeus e muçulmanos do país. Eles acusam o Parlamento de querer acabar com a liberdade de religião. Pela tradição judaica e islâmica, os animais têm de estarem conscientes no m