Pastor suspeito de matar filho e enteado já tinha sido acusado de estupro em 2015


Uma mulher já tinha dado
queixa à polícia de ter
sido vítima de George Alves

Joaquim (3) e Kauã (6)
 foram queimados vivos
pelo pastor, diz a polícia

A pastora Juliana, a mãe,
 sabia que não poderia deixar
 os filhos sozinhos com George

Em 2015, uma mulher denunciou à polícia o pastor George Alves, de Linhares (ES), de estupro. 

Se a Polícia Civil não tivesse arquivado o inquérito dessa denúncia, se houvesse um aprofundamento nas investigações, talvez o pastor não tivesse agora sendo acusado de ter estuprado e matado seu filho de três anos, o Joaquim, e o enteado de seis, Kauã.

A Corregedoria da Polícia deveria investigar se houve negligência.

Por conta de caso de três anos atrás, o pastor vai responder a mais um processo por estupro.


Alves já tinha sido indiciado por duplo homicídio triplamente qualificado, duplo estupro de vulneráveis e por colocar fogo nos meninos.

De acordo com a polícia, o pastor jogou os meninos no fogo ainda vivos para que eles não falassem a ninguém que tinham sido violentados.

A polícia encontrou sêmen no ânus dos garotos.

O estupro que George Alves teria cometido em 2015 confirma que a sua mulher, a pastora Juliana Pereira Sales Alves, sabia que não podia deixar os meninos sozinhos com o marido, de acordo com avaliação da polícia.

Quando os meninos foram mortos, a mãe não estava em casa.

Juliana também foi presa, sob a acusação de ter sido omissa.

Fotos [abaixo] liberadas pela polícia mostram como ficou o quarto dos meninos após o incêndio.

George teria começado o incêndio por volta das 2 h de 21 de abril.

Nos dias seguintes, os vizinhos afirmaram que o pastor não fez nenhum pedido de socorro naquela madrugada, o que, para eles, é estranho.

O pastor tem afirmado que é inocente.

Fogo teria começado às 2h
 da madrugada, e o pastor
não pediu socorro




Com informações da TV Gazeta e de outras fontes.


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