Acusado de privilegiar evangélicos, Crivella coloca a culpa na rede Globo


Nota da prefeitura
 diz que Justiça foi
 induzida por 'parte
 da imprensa'

Em nota à imprensa, a prefeitura do Rio diz que a Justiça foi induzida a erro por “colocações distorcidas e fora de contexto” por parte da imprensa, em uma referência velada à Rede Globo, incluindo o jornal do grupo.

Na segunda-feira,16 de julho de 2018, o juiz Rafael Cavalcanti Cruz, da 7ª Vara de Fazenda Pública da Capital, determinou que Crivella pare de utilizar a máquina pública para interesses pessoais ou de grupos religiosos, como a Igreja Universal.

A nota revela a preocupação de Crivella de ser afastado de seu mandato.


“Um prefeito democraticamente eleito pelo voto popular não pode ser afastado de suas funções de forma preventiva, salvo por decisão do Poder Legislativo ou no caso de haver prejuízo para a apuração, circunstância reconhecidamente inexistente até pela própria decisão”, diz.

A prefeitura nega ter havido qualquer irregularidade, mas áudio divulgado pelo “O Globo” mostra o prefeito oferecendo facilidades a líderes evangélicos na cirurgia de catarata e no processo de isenção de impostos a igrejas.

Com informação da Agência Brasil.


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