Vaticano condena ex-conselheiro à prisão por posse de pornografia infantil


Defesa de
 sacerdote alegou
 não haver
 'periculosidade'

da Agência Brasil

O Tribunal do Vaticano condenou em 23 de junho de 2018 a cinco anos de prisão o padre Carlos Alberto Capella, ex-conselheiro da Nunciatura de Washington, nos Estados Unidos, por posse e troca de material pornográfico infantil.

 O promotor Gian Piero Milano tinha pedido uma pena de cinco anos e nove meses de prisão, enquanto a defesa solicitava a condenação mínima, sem especificar o período que o acusado ficaria detido.


A Promotoria do Vaticano argumentou que Capella deveria ser condenado porque possuía grande quantidade de fotos e vídeos com menores em atos sexuais explícitos. Ele era acusado da posse e transmissão das imagens, já que havia feito postagens do material em um blog criado na plataforma Tumblr.

A defesa afirmou que o comportamento de Capella não é sinal "periculosidade", mas sim de um "problema psicológico".

Para comprovar a tese, os advogados do sacerdote apresentaram uma avaliação que mostrava que ele não revelava "tendências de pedofilia" e sofria de "problemas relativos à sua fragilidade".

Capella teve a oportunidade de falar no julgamento antes da sentença e disse estar arrependido. Ele também afirmou que esperava que a situação fosse considerada com um incidente no caminho de sua vida sacerdotal.


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