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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Cientistas criticam difusão do 'criacionismo científico'

A SBG (Sociedade Brasileira de Genética) divulgou nota manifestando preocupação com os divulgadores do criacionismo nas escolas, universidades e imprensa como se essa crença religiosa tivesse fundamento científico. “Não existe qualquer respaldo científico para ideias criacionistas”, diz.

A nota lamenta que algumas das versões criacionistas estejam sendo apresentadas “como estudos científicos avançados, como se fossem parte da atividade discutida em congressos científicos em diversos países, no Brasil inclusive.”

Essas versões, segundo a SBG, deturpam a teoria evolutiva de Charles Darwin (1809-1882), “como se pouco ou nenhum trabalho científico tivesse sido efetuado desde sua proposta há mais de 150 anos”.

A nota adverte que ideias pseudocientíficas, como criacionismo e astrologia, “prejudicam seriamente o ensino científico de qualidade e o desenvolvimento do país.”

Com sede em Ribeirão Preto (SP), a SBG tem como presidente Carlos Frederico Martins Menck, doutor em bioquímica pela Universidade de São Paulo, onde atualmente é professor.

A nota não menciona nenhum nome dos divulgadores do “criacionismo científico”, mas ela se refere principalmente ao bioquímico Marcos Eberlin, da Universidade Estadual de Campinas, que é acusado por parte de seus colegas de propagar a versão mitológica da Bíblia da criação do universo. Eberlin é evangélico.

A SBG afirma na nota que os pesquisadores que divulgam ideias criacionistas “estão apenas emitindo uma opinião pessoal e subjetiva, motivada geralmente por uma crença religiosa”.

Com informação da Sociedade Brasileira de Genética.





Pregação de químico evangélico contra evolução preocupa cientistas
abril de 2012

Ciência versus religião.     Evolução e criacionismo.


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