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Religião, ateísmo, teoria da evolução e astronomia

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Tirar crucifixo dos tribunais não é ato ‘do bem’, afirma bispo

Dom Jacinto Inácio Flach, bispo de Criciúma
Dom Flach disse que a cruz
incomoda muita gente
Dom Jacinto Inácio Flach (foto), bispo diocesano de Criciúma (SC), afirmou em uma missa no último fim de semana que a remoção dos crucifixos dos tribunais do Rio Grande do Sul é obra “de pessoas que não são do bem”.

“Essa é uma forma de excluir a presença de Cristo da vida das pessoas", disse.

No começo de março, o Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul decidiu acatar por unanimidade o pedido da Liga Brasileira de Lésbicas pela retirada dos crucifixos e demais símbolos religiosos dos tribunais. O desembargador Cláudio Baldino Maciel, relator do recurso, disse na época que a decisão condiz com o caráter laico do Estado brasileiro.

Para Flach, o fato de haver “gente que não quer ver o crucifixo” é “um sinal forte de que estamos ido para um rumo desconhecido”.

“A sociedade ocidental está negando suas raízes cristãs, e o crucifixo é a representação cristã”, afirmou. “Todo o Ocidente foi construído no cristianismo."

O bispo disse que a “corrupção reinante” é um sintoma de uma sociedade que nega a fé, mas não combate os males.  "A cruz incomoda, a igreja incomoda, a vida está sendo perseguida”, afirmou. “Os filhos das trevas odeiam a luz".

Concluiu: "Na época de Cristo havia quem não gostava da cruz também. Eu ficaria apavorado se não visse as pessoas com fé, as o povo ainda tem muita fé".





Com informação do portal de Criciúma.

Mensagem de bispo promove o preconceito e perturba a harmonia
por WillPapp em abril de 2012

Igreja contesta na Justiça a retirada de crucifixo dos tribunais do Sul
março de 2012

Religião no Estado laico.     Religião na Justiça.

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