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Projeto de nação de Bolsonaro é uma versão tropical do Talibã, afirma cientista

Jair Bolsonaro se elegeu pregando

Mundo muçulmano fica em silêncio diante do triunfo do horror do Talibã no Afeganistão

> TAHAR BEN JELLOUN escritor franco-marroquino

Vídeo mostra ‘making of’ de atentado à bomba de talibãs

Motorista-suicida se despede Um vídeo [ver trecho abaixo] feito por talibãs mostra o “making of” de um atentado com caminhão-bomba realizado no dia 1º de junho na fronteira com o Paquistão, perto de uma base do exército norte-americano. O vídeo foi transmitido pela TV Al Jazeera, com sede no Catar, e postado no Youtube, de onde foi deletado. A emissora informou que o recebeu de um anônimo. A primeira imagem é do motorista suicida (foto) se despedindo sorridente. Na explosão, filmada de longe, morreram, além do motorista, dois soldados americanos e cinco civis afegãos. A voz de um talibã mostra que ele tinha entrado em êxtase, com louvores a Alá. Talibã entra em êxtase Tweet Com informação da TV Al Jazeera. 'Deus é grande', grita talibã. E mata a tiros acusada de adultério julho de 2012 Casos de fanatismo islâmico.

'Deus é grande', grita talibã. E mata acusada de adultério

Na interpretação talibã do Corão, marido tem o direito de matar sua mulher quando ela cometer adultério  A agência Reuters divulgou hoje (8) um vídeo [ver abaixo] mostrando o talibã Juma Jan matando a tiros a sua mulher, identificada como Najiba, sob a acusação de adultério. A execução ocorreu na província de Parwan, em um povoado próximo de Cabul, no Afeganistão. As imagens foram gravadas pelo celular de uma pessoa das dezenas que assistiram ao assassinato. O vídeo mostra a moça de 22 anos sentada, de costas, ouvindo a sentença de sua morte sem pedir clemência ou tentar fugir. Ela teria tido um caso com um chefe de um outro grupo de talibãs. O marido cita versículos do Corão que condena o adultério, grita “Alá akbar” (Deus é grande) e, com um fuzil Kalashnikov, dispara duas vezes na direção de Najiba e erra. Faz mais disparos e acerta a cabeça dela. Diante do corpo inerte, a  plateia vibra e alguns gritam que o Corão condena a traição conjugal. O Ministério do Interi

Afegã presa por ter sido violentada terá de se casar com estuprador

Gulnaz e filha estão em uma prisão de Cabul Gulnaz (foto), 21, ainda se lembra do mau cheiro do homem que a estuprou dois anos atrás. “Ele estava com a roupa suja do seu trabalho”, disse à CNN. “Quando minha mãe saiu para ir a um hospital, ele entrou em minha casa e trancou as portas e janelas. Comecei a gritar, mas ele colocou as mãos sobre minha boca.”  Desde então a vida de Gulnaz mudou radicalmente. Ela ficou grávida do estuprador e foi condenada por um Tribunal do Afeganistão a 12 anos de prisão por adultério. O homem que a violentou era na época marido de uma sua prima. Com a sua filha, a jovem está cumprindo a pena em uma prisão de Cabul. Só tem um jeito de ela sair dali antes de todo o período da condenação: casar com o seu estuprador (que também está preso) para voltar a ser "honrada". É o que ela decidiu fazer para continuar com a filha. Se não for assim, terá de doar a criança. Casos como a de Gulnaz são frequentes. Cinegrafistas contratados pela U

Morlock, o soldado repugnante, ele matava civis afegãos por esporte

O saldado e o seu troféu de caça por Guy Adams , do Página|12 Ria inclinado sobre o corpo do rapaz e com uma mão torcia o rosto ensangüentado para as câmeras. O cabo Jeremy Morlock ostentava seu troféu de caça, um civil afegão inocente, como costumava exibir os dos alces que caçava no Alasca. As fotos deste militar de 23 anos tratando um ser humano como se fosse um animal foram publicadas na semana passada pela revista alemão Der Spiegel. Até o exército dos Estados Unidos, uma instituição pouco dada a desculpas, disse que as imagens eram “repugnantes”. Esta semana, Morlock foi condenado a 24 anos de prisão por um tribunal militar na base Lewis-McChord, perto de Seattle, no Estado de Washington. O cabo se havia declarado culpado de ser o líder de um “pelotão de execução” que matou três civis ao acaso, por esporte, durante seus 12 meses de serviço na província de Kandahar entre 2009 e 2010. Morlock não foi condenado à morte ou prisão perpétua porque aceitou declarar contra seus c

Talibãs apedrejam casal acusado de adultério, mostra vídeo

A ABC News exibiu um vídeo do apedrejamento até a morte por talibãs de um casal acusado de adultério no norte do Afeganistão. A rede americana cortou as cenas mais chocantes. Assim, os telespectadores deixaram de ver, por exemplo, o momento em que Siddqa, 19, com um manto azul e enterrada até a cintura (reprodução ao lado), tenta desesperadamente se desviar das pedras e quando ela é morta por três tiros de fuzil na cabeça. Depois do assassinato da jovem, as imagens – gravadas em outubro do 2010 possivelmente por um celular – mostram líderes talibãs conduzindo à multidão Khayyam, o namorado dela. Com as mãos já atadas às costas, o jovem tem os olhos vendados – a expressão do seu rosto é de pavor. Começa o apedrejamento, e o vídeo é cortado de novo quando Khayyam, em soluços, silencia-se. Em nome de Maomé Pela lei do Islã, seguida ao pé da letra pelos talibãs, o castigo aos adúlteros, mas sobretudo às mulheres acusadas de infidelidade, é o apedrejamento. Após

Talibã envenena 50 alunas para que desistam da escola

Quando governaram o Afeganistão, talibãs vetaram o estudo às mulheres Fundamentalistas islâmicos do movimento talibã jogaram no sábado (12) gás tóxico em cerca de 50 alunos de uma escola do sudoeste do Afeganistão para fazê-las parar de estudar. As estudantes tiveram de ser internadas. A informação é das agências internacionais. Quando governaram o Afeganistão, de 1996 a 2001, os talibãs proibiram as mulheres de frequentar a escola. Pelo credo desses fundamentalistas, as mulheres não podem também  sair sozinhas de casa, mostrar alguma parte do corpo (exceto a faixa do rosto onde estão os olhos) e comer com homens, mesmo que sejam da família. Na época em que os talibãs mandavam no país, as mulheres tinham de usar a burca (foto). Os talibãs chegaram ao poder com o apoio dos Estados Unidos. Mas foram derrubados com a ajuda norte-americana porque eles teriam dado refúgio a Bin Laden, líder da Al Qaeda, a organização que promoveu o ataque às torres gêmeas em Nova York, em 11 de se