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Ex-pastor acusa a Igreja Universal da África do Sul de lavagem de dinheiro

O ex-pastor da Universal da África do Sul Luthando Jumba acusa a igreja de lavagem de dinheiro, imposição de vasectomia a pastores e de discriminação pelo comando brasileiro de sacerdotes sul-africanos.

Trata-se das mesmas acusações feitas por pastores de Angola, onde Edir Macedo, líder da Universal, perdeu o controle da igreja.

“Os atuais pastores e suas esposas estão se revoltando contra o racismo, as injustiças, a lavagem de dinheiro e os privilégios na igreja”, disse Jumba ao jornalista Gilberto Nascimento, do Intercept Brasil.

O ex-pastor afirmou que as denúncias estão sendo enviadas à Comissão para a Promoção e Proteção dos Direitos das Comunidades Culturais, Religiosas e Linguísticas, do governo sul-africano, que está colhendo depoimentos de ex-integrantes da Igreja.

Jumba foi pastor da Universal por mais de 12 anos e chegou a ser o segundo na hierarquia da igreja, cuja sede fica em Joanesburgo.

Recentemente, houve um protesto de ex-sacerdotes, de pastores dissidentes e obreiros pelo fim das injustiças defronte a um templo.

Jumba reconheceu que a adesão ao movimento ainda é pequena porque pastores evitam se manifestarem publicamente para não sofrerem represálias.

A Igreja Universal tem negado todas as acusações. Em Angola, o comando brasileiro ainda não desistiu de recuperar o controle da igreja.

Apoiador do presidente Bolsonaro, Edir Macedo está tentando que o governo nomeie Marcelo Crivella, bispo e ex-prefeito do Rio, como embaixador na África do Sul, com o objetivo de impedir que nacionalização da Igreja em Angola se espalhe por outros países africanos.

A nomeação de Crivella depende da aprovação do Senado brasileiro e da aceitação do governo da África do Sul.

> Com informação e foto do The Intercept Brasil e de outras fontes.

Diário oficial de Angola publica ata que tira Edir Macedo da Igreja Universal



Edir Macedo amaldiçoa angolanos que expulsaram pastores brasileiros de templos


Comentários

  1. O que mais dá vergonha é que o nosso pais, em nome de uma ridícula tolerância religiosa, ou qualquer coisa que o valha, ainda não tenha feito o mesmo que os sul africanos. Ainda não reconhecemos as igrejas evangélicas, especialmente a IURD, como o que ela realmente são: Instituições para lavar dinheiro. O verdadeiro paraíso dessa gente é o paraíso fiscal.

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    1. Já viu os artigos anteriores daqui em relação à IURD em Angola?
      E que façam na África do Sul o que fizeram em Angola e que se espalhe por toda África e o mundo! Não só contra a IURD, mas qualquer uma dessas esculhambações de "liberdade religiosa".

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