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Supremo anula a lei que permitia a distribuição da ‘pílula do câncer’

O plenário virtual do STF (Supremo Tribunal Federal) declarou a inconstitucionalidade da lei que permita a distribuição da ‘pílula do câncer’, de fosfoetanolamina, por não ter comprovação científica.

Antes de o medicamento ser validado por órgãos competentes, a lei foi aprovada em 13 de abril de 2016, e o Supremo a suspendeu provisoriamente em 19 de maio do mesmo ano.

A decisão de mérito agora do STF ocorreu por conta de uma Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) ajuizada pela AMB (Associação Médica Brasileira).

A associação argumentou que há “desconhecimento amplo acerca da eficácia e dos efeitos colaterais em seres humanos” da pílula de fosfoetanolamina.

O voto do relator da Adin, ministro Marco Aurélio, foi contra o uso do medicamento contra a doença.

"Foi-se o tempo da busca desenfreada pela cura sem o correspondente cuidado com a segurança e eficácia dos fármacos”, disse.

“O direito à saúde não será plenamente concretizado se o Estado deixar de cumprir a obrigação de assegurar a qualidade de droga mediante rigoroso crivo científico, apto a afastar desengano, charlatanismo e efeito prejudicial."

Politicos aprovaram
uso de uma substância
sem comprovação
científica


Com informação do STF e do voto de Marco Aurélio.

Aprovar pílula do câncer é ignorância, afirma Drauzio





‘Medicina alternativa’ coloca o SUS contra a ciência 

Comentários

Falta acabar essas especialidades "médicas" de Reiki, Homeopatia, Acupuntura, Florais, Constelação Familiar etc num festival de bobajaiada assustadora.
Sendo que na verdade ser os órgãos técnicos que deveriam ter rigor científico.

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