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Máscara criada na Unifesp protege melhor os profissionais de saúde

Mais de 1000 voluntários de universidades públicas em todo Brasil estão participando do projeto de imprimir em impressoras  3D os suportes que serão usados com folhas de acetado para compor máscaras de proteção.

MARIA ELIZETE KUNKEL, DA
UNIFESP, IDEALIZOU A MÁSCARA
RÁPIDA E ECONÔMICA

Essas máscaras são utilizadas por profissionais da área de saúde. 

O projeto foi desenvolvido por pesquisadores e voluntários da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) do campus São José dos Campos. 


A idealizadora do projeto é a engenheira biomédica Maria Elizete Kunkel (na foto, demonstrando a máscara), que pesquisou junto a médicos em enfermeiros dos hospitais da Unifesp em São Paulo (O Hospital S. Paulo) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) exatamente do que eles precisavam.


A pesquisadora investiga na área de impressão 3D e se reuniu com um grupo para projetar um modelo de máscara que pudesse ser feito em pouco tempo para atender aos hospitais.

A máscara recebeu o nome de Hígia, na mitologia grega,  a deusa da saúde, limpeza e sanidade. Hígia era filha Esculápio era o deus da medicina, filho do deus Apolo com a  mortal Corônis e criado pelo centauro da cura, Quíron. 

Doações

O grupo da Unifesp  precisa de doações para comprar mais material a fim de alimentar impressoras 3D.

Doações pelo Vakinha, neste link.

O equipamento   é uma haste que segura uma folha comum de acetato e com isso garante maior proteção aos profissionais de saúde que entram em contato direto com pacientes infectados pelo coronavírus (Covid-19).

Neste link aqui   quem tem uma impressora 3D tipo FDM  pode se cadastrar como voluntário  para ajudar na produção para auxiliar hospitais da sua própiria região. 

A ideia é descentralizar a distribuição para reduzir ainda mais os custos. 

Com G1 Vale do Paraíba   e outras fontes 







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