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Dawkins é criticado por admitir que a eugenia poderia ser aplicada aos humanos

BIÓLOGO ARGUMENTA
QUE VALORES MORAIS
NÃO ANULAM
FATOS CIENTÍFICOS

O biólogo evolucionista britânico Richard Dawkins (foto) tem sido muito criticado no Twitter, onde
escreveu que, deixando a ideologia e a moral de lado, a criação seletiva de seres humanos, ou seja, a eugenia, é uma possibilidade científica a ser considerada.

“[A eugenia] funciona para vacas, cavalos, porcos, cães e rosas. Por que diabos não funcionaria para humanos? Os fatos ignoram a ideologia.”

Conhecido pelo seu estudo sobre o “gene egoísta” e por sua divulgação do ateísmo, com 2,8 milhões de seguidores naquela rede social, Dawkins está sendo associado a movimentos eugenistas e à política nazista de exterminação de doentes e portadores de deficiência, além de judeus.


Diante das críticas, Dawkins escreveu que “deplora” a eugenia como instrumento de ideologia, mas, como cientista, ele tem de reconhecer o fato que o procedimento poderia trazer benefícios aos humanos, a exemplo do que ocorre com os animais.

"Para aqueles que estão decididos a não entender, lamento a ideia de uma política eugênica", escreveu.

"Simplesmente disse que lamentar não significa que não funcionaria. Assim como criamos vacas para produzir mais leite, poderíamos criar seres humanos para correr mais rápido ou pular mais alto. Mas o céu proíbe que façamos isso.”

Acrescentou que é preciso “lutar por razões morais”, mas isso não deveria implicar na negação de “fatos científicos óbvios” porque, desse jeito, todos perdem.

Com informação do The Washington Times e de outras fontes.


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