Ceará inclui Bíblia e Corão no projeto de leitura que reduz pena de presidiários

A cada 12 livros lidos, o
presidiário poderá reduzir 
48 dias em sua pena

O governador do Ceará, Camilo Santana, sancionou lei que inclui obras religiosas, como Bíblia e Corão, na lista de livros cuja leitura reduz a pena do presidiário.

Até 2019, o artigo 4º da Lei nº 15.178/2014 considerava, para reduzir a pena, a leitura mensal de obras literárias, clássicas, científicas e filosóficas.

Os livros do Projeto Remição pela Leitura são selecionados por uma comissão.

A cada 12 livros lidos, o presidiário poderia reduzir 48 dias de sua pena.

A cada livro lido, o presidiário tem o prazo de 21 a 30 dias para apresentar uma resenha, que, para ser aceita na remição, precisará ter nota igual ou superior a 6.

As informações da SAP (Secretaria da Administração Penitenciária) sobre a quantidade o número de participantes do projeto são desencontradas.

Um relatório diz que eles são 10.104 e o site da SAP registra 5.100.

O Sistema Penitenciário do Ceará tem 22.245 pessoas.

Com informação do Diário do Nordeste.





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Comentários

  1. Vão sair da cadeia ainda mais violentos.

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  2. Que beleza ... deu certo com Lula , a alma honesta ... que lia dezenas de livros por més ... que dirá com um traficante psicopata...

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  3. Assistente Religioso6 de janeiro de 2020 08:56

    Se a partir dessa leitura,os presidiários concluírem que Deus é injusto, pois Deus mandou o homem trabalhar no mesmo tempo em que foi feita a Terra, mas não mandou o homem fazer a própria Terra, então os presidiários farão guerra contra os que dizem que Deus é justo. Quem diz que Deus é justo, aceita a definição do §1º do Código de Trânsito, na qual se considera que utilizar a via de trânsito para fins de parada e estacionamento é trânsito, pois nos dois casos temos a valorização do tempo de serviço, em detrimento do próprio serviço. Fazer a Terra é o serviço. Seis dias é o tempo de serviço. Transitar é o serviço. o tempo de transitar é o tempo de serviço.

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EDITOR DESTE SITE

Paulo Roberto Lopes é jornalista

profissional diplomado. Trabalhou

no jornal centenário abolicionista

Diario Popular, Folha de S.Paulo,

revistas da Editora Abril e

em outras publicações.

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