Lewandowski nega pedido de prisão domiciliar ao ex-médico estuprador

 Abdelmassih cumpre
 pena de 181 anos de
prisão por 48 estupros

O ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou um pedido da defesa do ex-médico Roger Abdelmassih (foto) para restabelecer o direito à prisão domiciliar. 

Em agosto de 2019, a Justiça de São Paulo suspendeu a medida e determinou que ele fosse preso novamente por suspeita de fraude nas declarações de saúde.

Abdelmassih, 75, estava em prisão domiciliar desde 2017. Ele foi condenado a 181 anos de prisão por 48 estupros em 37 pacientes em sua clínica de reprodução assistida. 

Em agosto de 2019, a decisão da Justiça paulista determinou que ele fosse para o Hospital Penitenciário do Estado.

Em outubro de 2019, o MP-SP (Ministério Público de São Paulo) solicitou que ele permanecesse preso após uma perícia apontar que, embora tenha uma doença cardíaca, o local de cumprimento de sua pena não deve agravar sua condição clínica. 

O pedido foi feito pelo promotor Marcelo Orlando Mendes, que fiscaliza o cumprimento da pena de Abdelmassih. No dia 24 de setembro de 2019, o ex-médico passou por uma perícia no Instituto de Medicina Social e de Criminologia (Imesc).

Em consequência de nova decisão judicial, Abdelmassih retornou à penitenciária de Tremembé. 

Com informação do STF e foto da Agência Brasil.



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EDITOR DESTE SITE



Paulo Lopes é jornalista profissional diplomado.
Trabalhou no jornal centenário abolicionista
Diário Popular, Folha de S.Paulo, revistas da
Editora Abril e em outras publicações.