Nos EUA, escola católica rejeita jovem negra por ela ter cabelo 'inadequado'


Faith Fennidy foi
 retirada da sala de
 aula porque seu cabelo
 estava comprido

Um vídeo [ver abaixo]  mostra um funcionário da Escola Cristo Rei, em Terrytown, Nova Orleans (EUA), mandando que a estudante negra de 11 anos deixasse o local por causa de seus cabelos cumpridos.

Chorando, Faith Fennidy (foto) arruma suas coisas e sai.

O vídeo viralizou, colocando a escola católica no centro de um debate sobre discriminação.

Fannidy estava bem penteada, com sobriedade.

Ela tinha ido a uma cabeleireira dias antes, depois que a Cristo Rei a advertiu sobre o comprimento de seus cabelos.


Contudo, no dia 20 de agosto de 2018, a jovem ficou sabendo da pior forma possível que o seu novo cabelo também não era suficiente bom para a escola.

A família de Fannidy e uma de outra estudante, Tyrielle Davis, recorreram a um tribunal, e um juiz estadual anulou a política interna da escola que permitia a discriminação de estudantes com cabelos considerados “inadequados”.

Antes, diante da repercussão do caso, um funcionário da escola propôs a Fannidy que voltasse às aulas porque a Cristo Rei ia “fingir” que os cabelos dela eram “naturais”.

Após a decisão judicial, a escola anunciou ter cancelado a proibição aos cabelos longos, de modo a "criar uma política uniforme que seja sensível a todas as raças, religiões e culturas".

Muita gente tem reagido indignada ao ver o vídeo.

O roteirista Shaun King, por exemplo, escreveu: “A Escola Cristo Rei expulsou essa linda jovem negra dizendo que seu estilo de cabelo era 'antinatural'. Ela foi humilhada e removida da escola por causa disso. Vamos ser claros - isto é o cristianismo da supremacia branca ”.



Com informação do site People e de outras fontes e foto de reprodução de vídeo.


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