Na Bolívia, pastor reage a proposta de auditar o dízimo: 'É um absurdo'


Líderes religiosos
 estão preocupados
com projeto de lei de
 deputado governista
[notícia]

O pastor Eloy Luján, da Bolívia, disse que se houver a apresentação de um projeto de lei para auditar o dízimo será “um absurdo” porque o Estado é laico e o governo não pode interferir nas atividades religiosas. 

Luján é presidente da Associação de Igrejas Cristãs Evangélicas de Cochabamba [mapa abaixo].

Ele expressa a preocupação das lideranças religiosas do país diante do anúncio do deputado governista Sergio Choque de que vai apresentar um projeto de lei para tornar transparente a contabilidade do dízimo.


Luján disse que os religiosos não temem a auditoria, mas querem “saber qual é a verdadeira intenção do governo".

O argumento do pastor não é convincente, mas o projeto de lei de Choque não tem apoio político para prosperar.

Ainda mais porque o deputado quer também obrigar a Igreja Católica da Bolívia a informar o montante de recursos que envia para o Vaticano.



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