Ex-mulher diz ter mágoa de Stephen porque ele ‘caçoava’ da fé dela


Hawking tinha
23 anos quando
se casou com Jane

Jane Wilde, a primeira ex-mulher de Stephen Hawking (1942-2018), revela no livro “Rumo ao Infinito” e em entrevista de três anos atrás que tem mágoa do cientista porque ele “caçoava” da religião dela.

Ela ressalta que é muito religiosa, diferentemente de Hawking, um ateu convicto. “A única deusa de Stephen Hawking sempre foi a física."

Jane afirma que o então marido dizia que ela tinha “superstições religiosas”.

Ela foi muito importante para Hawking porque cuidou dele quando a doença do cientista começou a se agravar.

Dois anos antes de se casar, o físico ficou sabendo da esclerose lateral amiotrófica, uma doença degenerativa sem cura.

Ela diz ao El País que, além de cuidar de três filhos, era um “desafio banhá-lo, vesti-lo e dar de comer em colheradas”.


Afirma que contou com a ajuda de sua família e amigos para cuidar de Hawking e que a resistência dela se deve também à “fé nesse Deus rechaçado pelas teorias cosmológicas” do marido.

“Graças a minha fé, eu sempre acreditei que ele superaria todos os problemas que surgissem”.

Jane diz entender “as razões do ateísmo de Stephen porque, se na idade de 21 anos, uma pessoa é diagnosticada com uma enfermidade tão terrível, vai acreditar em um Deus bom? Eu acredito que não”.

Ela conta a decisão dramática que teve de tomar ao concordar que, em 1985, médicos fizessem uma traqueotomia de urgência em Stephen, para tentar salvá-lo de uma pneumonia.

Stephen sobreviveu, mas perdeu a voz, tendo de usar um sintetizador.

Jane acredita que a sua fé salvou o cientista naquela ocasião.

Diz que, em desespero, orou: “Por favor, Senhor, que Stephen esteja vivo”.

Com informação do ACI Digital, El País e outras fontes e foto de




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