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Deputada ironiza antiabortistas ao propor multa a masturbador



'Masturbação não preserva
 a santidade da vida'
A deputada estadual Jessica Farrar (foto), do Texas (EUA), propôs um projeto de lei que institui uma multa de US$ 100 a cada masturbação masculina.

A parlamentar democrata sabe que a sua proposta é absurda, mas foi um jeito que ela encontrou para criticar os projetos antiabortistas que tentam impor o que a mulher pode ou não fazer com o seu corpo, com base na Bíblia.

No Twitter, ela escreveu que, se tivessem de pagar multa por masturbação, os homens teria uma ideia de como se sentem as mulheres que têm de submeter a leis restritivas de aborto.

Em seu projeto, Jessica, com ironia,  se valeu da argumentação do antiabortistas ao afirmar que “as emissões masturbatórias são um ato contra uma criança por nascer”, o que também, aliás, está na Bíblia.

“[A masturbação] não preserva a santidade da vida.”

O projeto diz, ainda, que as “emissões masturbatórias” têm de serem armazenadas para que as esposas possam utilizá-las no futuro, caso queiram.

O projeto de lei também estabelece procedimentos para vasectomia, uso de Viagra e  colonoscopia.

“O homem tem de ser submetido a um exame retal antes de qualquer desses procedimentos.”


Envio de correção.


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Marianne Thieme: "Liberdade religiosa termina onde começa o sofrimento de humanos ou de animais"  O Parlamento da Holanda concedeu aos líderes do judaísmo e do islamismo um ano para provar cientificamente que o abate religioso não causa sofrimento nos animais.  Em junho de 2011, a Câmara dos Deputados aprovou lei que proíbe esse tipo de abate porque é feito sem o atordoamento dos animais. A lei terá de ser votada pelo Senado, para ser confirmada ou não, o que ocorrerá após o prazo dado para a manifestação dos religiosos. A lei foi proposta pelo Partido pelos Animais, o único do gênero no mundo. Para Marianne Thieme (foto), líder do partido, “a liberdade religiosa termina onde começa o sofrimento humano ou animal”. Ela é seguidora da Igreja Adventista do 7º Dia. A proposta da nova lei uniu judeus e muçulmanos do país. Eles acusam o Parlamento de querer acabar com a liberdade de religião. Pela tradição judaica e islâmica, os animais têm de estarem conscientes no m