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Religião, ateísmo, teoria da evolução e astronomia

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Igreja veta masturbação até para exames clínicos, diz padre

padre Paulo Ricardo de Azevedo Jr.
Azevedo disse que
 cirurgia é alternativa
 para colher o esperma
O padre Paulo Ricardo de Azevedo Jr. (foto), da Arquidiocese de Cuiabá (MT), lembrou em um vídeo da sua série “A resposta Católica” que a Igreja veta a masturbação — masculina, no caso — até para colher esperma para exame clínico, de modo que os médicos possam diagnosticar doença ou infertilidade.

“É imoral realizar o exame de espermograma?”, indaga o vídeo de 6,5 minutos em sua abertura. A resposta é sim, pelo que o padre expôs a seguir.

Ele disse que, de acordo com parecer de 2 de agosto de 1929 do Santo Ofício, do pontificado do Pio XI, a moral católica não permite o “ato masturbatório para obter o esperma para a sua utilização em um exame”.

O padre falou que Pio XII confirmou esse parecer em duas ocasiões, em outubro de 1948 e em maio de 1956. Portanto, disse, “esse método é inaceitável, é ilícito, é imoral”.

Ele disse que há duas alternativas à masturbação que são "aceitáveis" pela Igreja: intervenção cirúrgica e, após uma relação matrimonial, obter o esperma alojado no fundo da vagina ou o residual da uretra do pênis.

O padre afirmou que há mais uma alternativa, mas controversa do ponto de vista da moral católica:  o uso de uma camisinha perfurada para coletar parte do esperma. Ele não explicou por que existe a controversa.

O Azevedo é um porta-voz da ortodoxia da Igreja Católica. Ele costuma divulgar normas morais anacrônicas, como essa de fazer uma incisão na genitália para a extração de esperma porque a masturbação é pecado. Normas que nenhum católico segue.

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