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Religião, ateísmo, ciência e astronomia

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Misericórdia de Deus inclui ateus, afirma papa Francisco

Papa afirmou que
a misericórdia de
Deus não tem limite
Eugenio Scalfari, co-fundador do jornal italiano La Repubblica, perguntou ao papa Francisco (na caricatura ao lado) se Deus perdoa aqueles “que não acreditam [Nele] e não procuraram acreditar”.

A resposta está em uma carta de 2.500 palavras que o papa enviou ao jornalista: "A questão para aqueles que não acreditam em Deus é respeitar a sua própria consciência. Há pecado também para aqueles que não têm fé, em ir contra a própria consciência. Ouvindo-a e respeitando-a significa fazer-se ideia sobre o que é o bem e o mal. "

Ainda se referendo aos ateus, ele lembrou que é “fundamental” ter em conta que “a misericórdia de Deus não tem limites”.

Ele defendeu que haja “um diálogo sincero e rigoroso” entre cristãos e ateus.

É a sua vez que Francisco falou sobre os ateus de um ponto de vista positivo. Na homilia do dia 22 de maio, ele disse que todos aqueles que fizerem o bem serão salvos, incluindo os ateus.

A afirmação causou mal-estar dentro da própria Igreja, na ala mais conservadora, o que levou o Vaticano a emitir um esclarecimento de que o papa disse na verdade que só podem ser salvos quem conhece a Igreja fundada por Cristo. Mas o tom da carta de Francisco a Scalfari não vai nesse sentido.

Bento 16 encerrou seu pontificado cuspindo fogo nos ateus, criticando o que ele entende ser “ateísmo prático”, que seria a causa dos males contemporâneos, incluindo, segundo ele, o casamento gay.

Com informação do The Guardian.





Bento 16 associa união homossexual ao ateísmo
janeiro de 2013

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