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Mostrando postagens com o rótulo medicina alternativa

SUS desperdiça recursos ao adotar práticas alternativas, diz CFM

Efeito placebo não cura O SUS faz “uso indevido” de recursos ao oferecer tratamentos alternativos cuja eficácia não é cientificamente comprovada, diz o cardiologista Henrique Batista e Silva, secretário-geral do CFM (Conselho Federal de Medicina). 

Estudo comprova que medicina alternativa não cura câncer

Só a medicina tradicional tem chances de prolongar a vida Um estudo mostrou o que é óbvio para alguns, mas não para muitas pessoas: a medicina alternativa não cura pacientes com câncer e, pior, ela pode acelerar a ocorrência de morte.

Globo Rural enaltece a ‘sabedoria’ das benzedeiras

Revista reforça uma mistificação A Globo Rural publicou uma longa matéria enaltecendo a “sabedoria” das benzedeiras e sobre o uso por elas de plantas medicinais.

Hospitais contratam religiosos para tratar dos pacientes

Em hospitais há voluntários que entram de quarto em quarto para rezar pela recuperação dos pacientes. Se os pacientes gostam disso, tudo bem.

Marcelo Rezende tenta curar câncer com dieta e oração

O apresentador Marcelo Rezende (foto abaixo) desistiu de curar um câncer de fígado e pâncreas com quimioterapia, por causa dos efeitos colaterais, e adotou uma dieta e orações.

Maomé receitava urina de camelo como remédio

Muçulmano colhe urina direto na fonte Há muçulmanos que bebem urina de camelo misturado com o leite do animal porque Maomé disse que se trata de remédio. Na literatura islâmica, há várias menções a isso.

Cientista é odiado por provar a farsa das terapias alternativas

Ernst desmistificou a homeopatia, acupuntura e imposição de mãos  por Javier Sala para El País “Nunca pensei que fazer perguntas básicas e necessárias como cientista poderia provocar polêmicas tão ferozes e que minhas investigações me envolveriam em disputas ideológicas e intrigas políticas no mais alto escalão”.  Quem afirma isso é Edzard Ernst (na foto abaixo), certamente o cientista mais odiado pelos defensores da pseudomedicina no mundo inteiro. A razão é simples: o resultado do seu trabalho os deixa sem argumentos. Ernst (Wiesbaden, Alemanha, 1948) foi o primeiro a submeter as terapias alternativas ao rigor da ciência de forma sistemática e chegou a uma conclusão: remédios como homeopatia não são mais que placebos e quem os receita viola a ética médica.