Faixa "Lighter" abandona o coletivismo de edições anteriores para focar em redenção cristã e batalha espiritual do cantor americano Jelly Roll
A escolha de Jelly Roll, rapper e cantor country que se declarou cristão, trouxe temas de redenção e fé para o esporte. O artista é conhecido por letras sobre superar vícios e ter fé em Deus.
Brent Keogh, professor na University of Technology Sydney, escreveu no "The Conversation" que a música reflete o isolacionismo americano. Ele notou que o hino trocou o nós pelo eu individualista.
A mudança do pop global para o country-rock do Cinturão Bíblico incomoda críticos. O estilo é ligado ao conservadorismo dos EUA. Isso contrasta com o caráter multicultural de copas passadas.
Em 2022, a música "Hayya Hayya" celebrava a união. Já "Lighter" foca em ritos de passagem e intervenção divina. Termos como purificação e luz bíblica são usados para descrever a superação.
Grupos de ateus e livres pensadores criticam a "evangelização" do evento. Para esses setores, a Fifa impõe uma visão cristã sobre bilhões de pessoas. O esporte vira palco para propaganda de fé.
A entidade diz que a música busca inclusão. Especialistas questionam como um hino confessional pode ser universal. Países laicos ou de outras religiões podem se sentir excluídos pela letra.
O site Paulopes já mostrou como o futebol é usado para pregação. No Brasil, jogadores costumam exibir frases religiosas em campo. Agora, a própria Fifa adota esse tom em sua música principal.
A recepção nas redes sociais foi negativa. Torcedores reclamam da falta de ritmo e da letra fúnebre. Um ouvinte disse no "Spotify" que o torneio é de futebol, não uma reunião de igreja com botas.
A Fifa lançou em 20 de março a música oficial da Copa do Mundo 2026. A faixa "Lighter" é uma parceria entre Jelly Roll, cantor dos EUA, Carín León, do México, e o produtor Cirkut, do Canadá.
A escolha de Jelly Roll, rapper e cantor country que se declarou cristão, trouxe temas de redenção e fé para o esporte. O artista é conhecido por letras sobre superar vícios e ter fé em Deus.
A letra tem forte teor religioso e cita corais de igreja. Jelly Roll diz na música que reza para sair do inferno. Ele descreve um encontro com o Diabo, de quem escapa por uma ascensão espiritual.
Brent Keogh, professor na University of Technology Sydney, escreveu no "The Conversation" que a música reflete o isolacionismo americano. Ele notou que o hino trocou o nós pelo eu individualista.
A mudança do pop global para o country-rock do Cinturão Bíblico incomoda críticos. O estilo é ligado ao conservadorismo dos EUA. Isso contrasta com o caráter multicultural de copas passadas.
Em 2022, a música "Hayya Hayya" celebrava a união. Já "Lighter" foca em ritos de passagem e intervenção divina. Termos como purificação e luz bíblica são usados para descrever a superação.
Grupos de ateus e livres pensadores criticam a "evangelização" do evento. Para esses setores, a Fifa impõe uma visão cristã sobre bilhões de pessoas. O esporte vira palco para propaganda de fé.
A entidade diz que a música busca inclusão. Especialistas questionam como um hino confessional pode ser universal. Países laicos ou de outras religiões podem se sentir excluídos pela letra.
O site Paulopes já mostrou como o futebol é usado para pregação. No Brasil, jogadores costumam exibir frases religiosas em campo. Agora, a própria Fifa adota esse tom em sua música principal.
A recepção nas redes sociais foi negativa. Torcedores reclamam da falta de ritmo e da letra fúnebre. Um ouvinte disse no "Spotify" que o torneio é de futebol, não uma reunião de igreja com botas.
Com informações de Spotify, Wikipedia, The Conversation, World Cup Pro e Teoria Cultural.
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