Pesquisa do PRRI mostra que 30% dos americanos simpatizam com o grupo que associa fé, política e autoritarismo
O portal Paulopes tem registrado que, no Brasil, o nacionalismo cristão ganha corpo em movimentos que tentam aparelhar o Estado para privilegiar dogmas religiosos. O fenômeno mimetiza o modelo americano, unindo pautas morais a um discurso de exclusão de minorias.
A pesquisa aponta que o nacionalismo cristão está positivamente correlacionado com níveis mais baixos de escolaridade e idade mais avançada. Americanos com ensino médio completo ou menos (37%) são mais propensos a aderir ao movimento do que os pós-graduados (21%).
Da mesma forma, americanos com 50 anos ou mais tendem a ter visões nacionalistas cristãs com mais frequência do que os mais jovens. O apoio também é forte entre quem frequenta cultos semanalmente (54%) e entre os que confiam em fontes de notícias de extrema-direita.
Protestantes evangélicos brancos (67%) e protestantes hispânicos (54%) são os grupos religiosos com maior adesão. Em contrapartida, americanos sem religião (10%) e judeus (11%) registram os menores índices de simpatia pela ideologia que mistura religião e pátria.
Cerca de 30% dos adeptos do nacionalismo cristão concordam que “verdadeiros patriotas podem ter de recorrer à violência para salvar o país”. Entre os que rejeitam o movimento, o índice de concordância com o uso de força física para fins políticos é de 11%.
Sobre imigração, 67% dos adeptos acreditam que “imigrantes estão invadindo o país e substituindo a cultura local”. Além disso, 61% defendem deportar indocumentados para prisões estrangeiras sem que haja o devido processo legal garantido pela Justiça.
Os estados americanos com maiores níveis de apoio ao movimento são Arkansas (54%), Mississippi (52%) e Virgínia Ocidental (51%). Nessas regiões, os residentes costumam ver Donald Trump como um líder forte, enquanto opositores o classificam como ditador perigoso.
A pesquisa indica que 79% dos adeptos do nacionalismo cristão possuem pontuações altas na Escala de Autoritarismo de Direita. Entre os americanos que rejeitam a ideologia, apenas 11% demonstram tendências autoritárias segundo os critérios estabelecidos pelo PRRI.
Pesquisa nacional do PRRI, realizada com 22 mil adultos em 2025, mostra que 30% dos americanos são adeptos ou simpatizantes do nacionalismo cristão. O grupo é composto majoritariamente por republicanos (56%), enquanto entre democratas o índice cai para 17%.
Robert P. Jones, presidente e fundador do PRRI, disse que o nacionalismo cristão exerce influência contínua sobre o Partido Republicano e sua base evangélica branca. Segundo ele, o domínio do grupo amplia uma ameaça constante à democracia pluralista.
Robert P. Jones, presidente e fundador do PRRI, disse que o nacionalismo cristão exerce influência contínua sobre o Partido Republicano e sua base evangélica branca. Segundo ele, o domínio do grupo amplia uma ameaça constante à democracia pluralista.
O portal Paulopes tem registrado que, no Brasil, o nacionalismo cristão ganha corpo em movimentos que tentam aparelhar o Estado para privilegiar dogmas religiosos. O fenômeno mimetiza o modelo americano, unindo pautas morais a um discurso de exclusão de minorias.
A pesquisa aponta que o nacionalismo cristão está positivamente correlacionado com níveis mais baixos de escolaridade e idade mais avançada. Americanos com ensino médio completo ou menos (37%) são mais propensos a aderir ao movimento do que os pós-graduados (21%).
Da mesma forma, americanos com 50 anos ou mais tendem a ter visões nacionalistas cristãs com mais frequência do que os mais jovens. O apoio também é forte entre quem frequenta cultos semanalmente (54%) e entre os que confiam em fontes de notícias de extrema-direita.
Protestantes evangélicos brancos (67%) e protestantes hispânicos (54%) são os grupos religiosos com maior adesão. Em contrapartida, americanos sem religião (10%) e judeus (11%) registram os menores índices de simpatia pela ideologia que mistura religião e pátria.
Cerca de 30% dos adeptos do nacionalismo cristão concordam que “verdadeiros patriotas podem ter de recorrer à violência para salvar o país”. Entre os que rejeitam o movimento, o índice de concordância com o uso de força física para fins políticos é de 11%.
Sobre imigração, 67% dos adeptos acreditam que “imigrantes estão invadindo o país e substituindo a cultura local”. Além disso, 61% defendem deportar indocumentados para prisões estrangeiras sem que haja o devido processo legal garantido pela Justiça.
Os estados americanos com maiores níveis de apoio ao movimento são Arkansas (54%), Mississippi (52%) e Virgínia Ocidental (51%). Nessas regiões, os residentes costumam ver Donald Trump como um líder forte, enquanto opositores o classificam como ditador perigoso.
A pesquisa indica que 79% dos adeptos do nacionalismo cristão possuem pontuações altas na Escala de Autoritarismo de Direita. Entre os americanos que rejeitam a ideologia, apenas 11% demonstram tendências autoritárias segundo os critérios estabelecidos pelo PRRI.



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