O Paraná registra alto índice de confiança em cientistas, mas mantém resistência histórica aos estudos de Charles Darwin por influência de dogmas religiosos
Com informação de GMC Online e outras fontes.
Quase metade dos moradores do Paraná não aceita a teoria da evolução. O dado é da Pesquisa de Percepção Pública da Ciência no Paraná, feita em 88 cidades do Estado paranaense.
O levantamento mostra que 48% dos entrevistados negam a origem das espécies por seleção natural. O estudo ouviu 2.684 pessoas presencialmente.
Débora de Mello Sant’Ana, coordenadora da pesquisa e articuladora do NAPI Paraná Faz Ciência, disse que os números mostram uma relação complexa entre o público e o saber científico.
Sant’Ana explicou que temas ligados a crenças pessoais geram respostas divergentes. Para a coordenadora, o fator cultural altera a aceitação de conceitos biológicos comprovados.
O site Paulopes noticia com frequência que o Brasil enfrenta forte oposição ao evolucionismo em diversos setores. O que trava o entendimento científico nas salas de aula do país é a religião.
A pesquisa indica que 93% dos paranaenses confiam em cientistas de universidades públicas. Esse número supera a confiança depositada em médicos ou profissionais da imprensa local.
Moradores de Curitiba (PR) e Maringá (PR) demonstraram maior interesse por temas científicos. Nas regiões Sudoeste e Sudeste do Estado, os índices de engajamento foram menores.
O estudo aponta que 82% dos entrevistados sofrem exposição frequente a notícias falsas. Para Sant’Ana, a população precisa buscar órgãos de pesquisa e instituições consolidadas.
Cerca de 63% dos paranaenses afirmaram que desejam receber informações mais detalhadas. Eles pedem que os próprios cientistas expliquem as descobertas de forma acessível e clara.
A margem de erro não foi detalhada no relatório resumido.
O levantamento mostra que 48% dos entrevistados negam a origem das espécies por seleção natural. O estudo ouviu 2.684 pessoas presencialmente.
Débora de Mello Sant’Ana, coordenadora da pesquisa e articuladora do NAPI Paraná Faz Ciência, disse que os números mostram uma relação complexa entre o público e o saber científico.
Sant’Ana explicou que temas ligados a crenças pessoais geram respostas divergentes. Para a coordenadora, o fator cultural altera a aceitação de conceitos biológicos comprovados.
O site Paulopes noticia com frequência que o Brasil enfrenta forte oposição ao evolucionismo em diversos setores. O que trava o entendimento científico nas salas de aula do país é a religião.
A pesquisa indica que 93% dos paranaenses confiam em cientistas de universidades públicas. Esse número supera a confiança depositada em médicos ou profissionais da imprensa local.
Moradores de Curitiba (PR) e Maringá (PR) demonstraram maior interesse por temas científicos. Nas regiões Sudoeste e Sudeste do Estado, os índices de engajamento foram menores.
O estudo aponta que 82% dos entrevistados sofrem exposição frequente a notícias falsas. Para Sant’Ana, a população precisa buscar órgãos de pesquisa e instituições consolidadas.
Cerca de 63% dos paranaenses afirmaram que desejam receber informações mais detalhadas. Eles pedem que os próprios cientistas expliquem as descobertas de forma acessível e clara.
A margem de erro não foi detalhada no relatório resumido.
Com informação de GMC Online e outras fontes.

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