O Ministério Público Federal apura se houve discriminação religiosa e privilégio a evangélicos na festa financiada pela prefeitura carioca
Líderes de várias religiões farão manifestação contra o palco gospel no Réveillon do Rio. O ato busca defender o Estado laico e a diversidade de crenças no espaço público.
O “abraço simbólico” ocorrerá no dia 14, às 11h, na sede da Prefeitura, na Cidade Nova. Representantes judeus, de matriz africana e movimentos negros participam da ação.
A mobilização reage à polêmica do palco exclusivo para música cristã na praia do Leme. O babalawô Ivanir dos Santos critica a falta de tratamento igualitário pelo poder público.
Alexandre Isquierdo, secretário estadual e pastor, apareceu em vídeo cercado por fiéis da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), liderada por Silas Malafaia.
Eles celebravam a oportunidade de evangelização paga com estrutura da prefeitura. Um líder ao lado de Isquierdo afirmou que o grupo estava ali para “marcar posição”.
O homem declarou que o Rio de Janeiro “é do Senhor Jesus”. Ele agradeceu ao secretário pelo apoio na cessão do espaço oficial para a igreja atuar na virada do ano.
O Ministério Público Federal abriu inquérito civil. O órgão apura discriminação cultural e religiosa na organização da festa da virada de 2026 financiada pelo município.
A investigação começou após denúncia sobre a promoção exclusiva de cantores evangélicos. O Brasil possui compromissos internacionais de combate à intolerância e ao racismo religioso.
A intenção do MPF envolve verificar o que precisa ser corrigido para garantir a equidade. O Estado não pode favorecer um credo específico em detrimento dos demais.
“A diversidade não pode ser apenas um discurso. Ela exige práticas concretas de reconhecimento, representação e igualdade”, afirmou Ivanir dos Santos sobre o caso.
O prefeito Eduardo Paes reagiu às críticas nas redes sociais. Ele alegou haver preconceito contra cristãos por parte de quem questionou o espaço segregado na festa.
Paes chegou a dizer que o movimento poderia “radicalizar” a cidade. Depois, pediu desculpas e reafirmou sua defesa pública da liberdade religiosa de forma geral.
Líderes de várias religiões farão manifestação contra o palco gospel no Réveillon do Rio. O ato busca defender o Estado laico e a diversidade de crenças no espaço público.
O “abraço simbólico” ocorrerá no dia 14, às 11h, na sede da Prefeitura, na Cidade Nova. Representantes judeus, de matriz africana e movimentos negros participam da ação.
A mobilização reage à polêmica do palco exclusivo para música cristã na praia do Leme. O babalawô Ivanir dos Santos critica a falta de tratamento igualitário pelo poder público.
Alexandre Isquierdo, secretário estadual e pastor, apareceu em vídeo cercado por fiéis da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), liderada por Silas Malafaia.
Eles celebravam a oportunidade de evangelização paga com estrutura da prefeitura. Um líder ao lado de Isquierdo afirmou que o grupo estava ali para “marcar posição”.
O homem declarou que o Rio de Janeiro “é do Senhor Jesus”. Ele agradeceu ao secretário pelo apoio na cessão do espaço oficial para a igreja atuar na virada do ano.
O Ministério Público Federal abriu inquérito civil. O órgão apura discriminação cultural e religiosa na organização da festa da virada de 2026 financiada pelo município.
A investigação começou após denúncia sobre a promoção exclusiva de cantores evangélicos. O Brasil possui compromissos internacionais de combate à intolerância e ao racismo religioso.
A intenção do MPF envolve verificar o que precisa ser corrigido para garantir a equidade. O Estado não pode favorecer um credo específico em detrimento dos demais.
“A diversidade não pode ser apenas um discurso. Ela exige práticas concretas de reconhecimento, representação e igualdade”, afirmou Ivanir dos Santos sobre o caso.
O prefeito Eduardo Paes reagiu às críticas nas redes sociais. Ele alegou haver preconceito contra cristãos por parte de quem questionou o espaço segregado na festa.
Paes chegou a dizer que o movimento poderia “radicalizar” a cidade. Depois, pediu desculpas e reafirmou sua defesa pública da liberdade religiosa de forma geral.
> Com informação de O Globo e de outras fontes.

Comentários
Se for pelos tipos de pessoas, nas religiões DITAS "afro" (Umbanda praticamente nem existe na África, é BRASILEIRA) há muitos LGBT+, em particular gays. O real motivo de ojeriza dos evanjas em parte significativa. Eles nem tem problemas com corzinha, mas LGBT+ tem MUITO, só perdendo para ateus / céticos (óbvio...).
Há muitas pseudagens nessas de "racismo". E consagrou-se o chauvinismo preto.
"Preconceito" contra cristãos? Sim, mas é algo insignificante. E bem dito: contra cristãos, pois ser contra o Cristianismo (ou vertente específica) é legítimo, assim como contra Islamismo, Socialismo, Capitalismo, Ubandismo, Budismo etc e até Ateísmo ou Ceticismo. Ideologias e ideais são sem direitos. Somente pessoas e no que são (LGBT+, gênero etc delas) tem direitos.
A diferença nessas de ser contra o Ateísmo, o Ceticismo, o Racionalismo, a Ciência... Refutem-nos. Desafiamos.
Favor atualizar, até a lei deveria ser corrigida nesse quesito: seria intolerância ao RELIGIOSO (pessoa), pois intolerância religiosa é algo legítimo. Há quem é contra o Socialismo ou o Capitalismo p.ex., e é algo legítimo. Ideologias...
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