Estamos vencendo a batalha nas democracias ocidentais, mas não no Sul Global, onde o falar em línguas dos pentecostais está em ascensão
Hoje, a maioria dos livre-pensadores tem certeza de que não existe Deus, Satanás, céu, inferno, vida após a morte, milagres, profecias, nascimento virginal, ressurreição, visões, anjos, demônios para aprisionar em porcos, e todo o resto. O cristianismo é uma fantasia de contos de fadas — mentiras, em outras palavras.
O fato de bilhões de pessoas terem acreditado nessa bobagem nos faz questionar a tão alardeada capacidade de raciocínio dos seres humanos. Lutar contra o sobrenaturalismo deveria ser um dever moral para toda pessoa moderna com mentalidade científica.
Atualmente, estamos vencendo a batalha nas democracias ocidentais, mas não no Sul Global, onde o falar em línguas dos pentecostais está em ascensão.
Ao longo da história, muitos dos maiores pensadores, cientistas, escritores, acadêmicos, reformadores e outras personalidades ilustres questionaram a religião da Igreja.
James A. Haught (1932–2023) foi colaborador da organização Freedom From Religion Foundation, organização sem fins lucrativos dos Estados Unidos que se dedica à defesa da separação entre o Estado e a Igreja.
James A. Haugh
escritor
É uma luta que teve seus primeiros registros na Grécia Antiga — e que floresceu especialmente há três séculos, durante o Iluminismo, quando pensadores desafiaram o “direito divino dos reis” e contestaram a tirania da Igreja.
Alguns amigos reviram os olhos e me chamam de fanático porque passo muito tempo combatendo a religião. Mas acredito que seja extremamente importante tentar livrar a humanidade de falsas ilusões sobrenaturais.
É uma luta que teve seus primeiros registros na Grécia Antiga — e que floresceu especialmente há três séculos, durante o Iluminismo, quando pensadores desafiaram o “direito divino dos reis” e contestaram a tirania da Igreja.
Desde então, rebeldes inteligentes têm buscado romper com o domínio mundial dos contos de magia.
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O cérebro deve ser usado para discernir a verdade, e não para inventar misticismo |
Hoje, a maioria dos livre-pensadores tem certeza de que não existe Deus, Satanás, céu, inferno, vida após a morte, milagres, profecias, nascimento virginal, ressurreição, visões, anjos, demônios para aprisionar em porcos, e todo o resto. O cristianismo é uma fantasia de contos de fadas — mentiras, em outras palavras.
O fato de bilhões de pessoas terem acreditado nessa bobagem nos faz questionar a tão alardeada capacidade de raciocínio dos seres humanos. Lutar contra o sobrenaturalismo deveria ser um dever moral para toda pessoa moderna com mentalidade científica.
Atualmente, estamos vencendo a batalha nas democracias ocidentais, mas não no Sul Global, onde o falar em línguas dos pentecostais está em ascensão.
Ao longo da história, muitos dos maiores pensadores, cientistas, escritores, acadêmicos, reformadores e outras personalidades ilustres questionaram a religião da Igreja.
Há ganhadores do Prêmio Nobel que se declararam ateus. Nós, céticos atuais, podemos nos orgulhar de fazer parte de um movimento como esse.
O cérebro humano é o objeto mais complexo do universo. Ele deve ser usado para discernir a verdade — não para inventar misticismo.
A batalha provavelmente nunca terminará. Temos uma profunda obrigação de continuar lutando contra as ilusões.
O cérebro humano é o objeto mais complexo do universo. Ele deve ser usado para discernir a verdade — não para inventar misticismo.
A batalha provavelmente nunca terminará. Temos uma profunda obrigação de continuar lutando contra as ilusões.

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