A defesa se diz chocada e vai recorrer. Advogada das vítimas afirma que posição religiosa não é escudo para a impunidade
O documento da sentença possui 22 páginas. O réu também terá que pagar 30 mil reais de indenização à vítima a título de reparação.
Leonardo Diniz, advogado de defesa, afirmou estar chocado com a decisão do tribunal. Ele comunicou em nota que irá recorrer.
A Arquidiocese de Belo Horizonte afastou Bernardino de suas funções em 2021. Houve dezenas de denúncias contra ele que remontam a 1975.
O ex-padre foi preso pela primeira vez em outubro de 2024. Depois, foi transferido para prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica.
Ana Carolina Oliveira representa mais de 60 supostas vítimas do religioso. Ela elogiou o reconhecimento da gravidade dos atos pelo tribunal.
“Nenhuma posição social, institucional ou religiosa pode servir de escudo para a impunidade”, declarou a advogada em comunicado.
A Polícia Civil de Minas Gerais investigou o caso. A família da vítima estava numa fazenda de propriedade do ex-padre na cidade de Tiros.
Bernardino era diretor de uma escola infantil em Belo Horizonte na época do crime. O portal Paulopes acompanha o histórico de abusos clericais.
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais sentenciou Bernardino Batista dos Santos, de 78 anos. Ele cumprirá 24 anos e nove meses de reclusão.
A condenação refere-se ao estupro de uma menor de idade. A decisão judicial foi emitida nesta semana, mas o caso segue em sigilo.O documento da sentença possui 22 páginas. O réu também terá que pagar 30 mil reais de indenização à vítima a título de reparação.
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A condenação de Bernardino baseia-se num único caso ocorrido em 2016. A lei brasileira alterou os prazos de prescrição para crimes dessa natureza. |
Leonardo Diniz, advogado de defesa, afirmou estar chocado com a decisão do tribunal. Ele comunicou em nota que irá recorrer.
A Arquidiocese de Belo Horizonte afastou Bernardino de suas funções em 2021. Houve dezenas de denúncias contra ele que remontam a 1975.
O ex-padre foi preso pela primeira vez em outubro de 2024. Depois, foi transferido para prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica.
Ana Carolina Oliveira representa mais de 60 supostas vítimas do religioso. Ela elogiou o reconhecimento da gravidade dos atos pelo tribunal.
“Nenhuma posição social, institucional ou religiosa pode servir de escudo para a impunidade”, declarou a advogada em comunicado.
A Polícia Civil de Minas Gerais investigou o caso. A família da vítima estava numa fazenda de propriedade do ex-padre na cidade de Tiros.
Bernardino era diretor de uma escola infantil em Belo Horizonte na época do crime. O portal Paulopes acompanha o histórico de abusos clericais.

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