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Pastor bolsonarista diz que vacina chinesa muda DNA e causa câncer

Paulo Lopes   O Ministério Público e a Polícia Federal precisam convocar o pastor Davi Góes, do Ministério Canaã, Fortaleza (CE), para ele provar o que disse a fiéis e acabou sendo divulgado na internet, que a vacina CoronaVac altera o DNA das pessoas, causando câncer e Aids.

Esse “homem de Deus” precisa ser responsabilizado.

Se não provar cientificamente o que diz, o pastor tem de ser penalizado, porque cometeu um crime contra a saúde pública.

Bolsonarista, Góes afirmou que quem tomar a vacina chinesa não sentirá nada de imediato e que após algum tempo “muitas pessoas vão morrer de câncer achando que foi porque comeu algumas coisa, porque era hereditário, mas na verdade é por causa da vacina”.

Disse que só o Governo de São Paulo está a comprando a CoronaVac. Mentira.  A Turquia e a Indonésia já compraram a vacina da China e outros países, como o Chile, estão em negociação com a farmacêutica. 


No Brasil, a vacina já está sendo fabricada pelo renomado Instituto Butantan, que está absorvendo a tecnologia chinesa.

Pastor disse que obteve essa informação de um cientista francês, pois então que revele o nome de tal sumidade, porque ninguém mais sabe, e que apresente os estudos científicos sobre o que falou.

Claro, não existe esse cientista.

A intenção desse pastor criminoso é desacreditar a vacina, embora mais de 180 mil brasileiros já morreram de Covid-19.

Góes não está preocupado com a matança do coronavírus. Para agradar o presidente, ele incentiva a politização da vacina — o embate entre o governo João Dória, de São Paulo, e Bolsonaro.

É um biltre.

Ele deveria ser condenado a ajudar a enterrar os corpos das vítimas da doença.

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