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MP quer que Igreja imponha boa conduta ao padre que ofendeu menina violentada

O Ministério Público de Mato Grosso encaminhou ofício à Igreja Católica para saber das “providências administrativas de apuração de conduta” do padre Ramiro José Perotto.

No caso da menina de 10 anos que ficou grávida de um tio estuprador, o padre da cidade de Carlinda escreveu no Facebook que era “claro que [ela] tava gostando” do abuso.

“kkkkk, gosta de dar, então assuma as consequências”, escreveu o padre em uma linguagem chula, sem demonstrar o propalado “amor ao próximo”.

O MP pediu à Polícia Civil de Mato Grosso que verifique se o padre cometeu crime de apologia ao estupro na modalidade de incentivo, de modo a enquadrá-lo na lei.

Em nota, a Defensoria Pública de Mato Grosso afirmou ser “inadmissível que um representante da Igreja Católica, instituição com grande influência na sociedade na qual está inserida, se valha das redes sociais, com largo alcance, para disseminar ódio e fazer apologia à cultura do estupro, transferindo a responsabilidade do fato criminoso para a vítima”.

Para Clodoaldo Aparecido Gonçalves de Queiroz, defensor-geral, o padre Ramiro José Perotto fez declarações machistas que ferem os direitos fundamentais das crianças e adolescentes.

Padre riu
do drama
da menina


Com informação do G1 e de outras fontes.


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