Justiça manda que rede social delete postagens de extremista sobre criança estuprada

A Justiça do Espírito Santo emitiu hoje (17) liminar (decisão provisória) para que Facebook, Twitter e Google deletem postagens da militante de extrema-direita e bolsonarista Sara Winter sobre a menina de 10 anos que foi engravidada em estupro por um tio.

Sara Fernanda Giromini, que é o nome de batismo da extremista, divulgou o nome da menina, o que é crime previsto em lei, e o local do hospital em Recife onde haveria (ou já houve) a interrupção da gestação.  Houve manifestação de fanáticos religiosos na entrada do hospital.


Em atendimento a um pedido da Defensoria Pública do Estado, a Justiça deu o prazo de 24 horas para que as postagens sem apagadas.

Se houver descumprimento da determinação judicial, cada uma das empresas pagará multa diária de R$ 50 mil.

Antes de a menina ser internada, grupos religiosos vinham pressionando a família dela para que não houvesse aborto.

De acordo com um vídeo que circula na rede social, um homem que teve contato com a família disse que, no dia anterior, tinha conversado com uma assessora da ministra Damares sobre o caso.

“Então a gente quer que a senhora use a voz que a senhora tem para defender esse bisneto”, afirmou o homem à avó da menina. 

Sara se mostrou
perversa com a
menina estuprada

Com informação da Justiça do Espírito Santo e de outras fontes.




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