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Associação americana pede que ONU considere os ateus como minoria

A associação Ateus Americanos pediu à ONU (Organização das Nações Unidas) que passe a considerar os ateus como minoria porque eles sofrem perseguições e discriminações tanto quanto quaisquer grupos minoritários religiosos em diversos países.

A 72ª sessão da Assembleia Geral da ONU, realizada em 2017, levantou preocupações sobre o uso do termo “minoria” para religiosos em diversos países, de modo poder defendê-los.


Em seus estudos para definir minorias religiosas, a ONU estava deixando de fora os ateus, que sofrem restrições de religiosos em muitos países, principalmente naqueles em que há a hegemonia do Islã.

“As mesmas leis de blasfêmia usadas para perseguir as Testemunhas de Jeová na Rússia e os cristãos em Bangladesh também são aplicadas às pessoas não religiosas”, disse Alison Gill (foto abaixo), vice-presidente de Jurídico e Política da Ateus Americanos.

Ela acrescentou que a exclusão de pessoas não religiosas nos instrumentos legais da ONU cria incertezas porque deixa essas pessoas mais fragilizadas diante da opressão de grupos religiosos e de governantes.

Para subsidiar na definição de ateus e agnósticos, a associação enviou à ONU o seu relatório Reality Check: Being Nonreligious in America, feito com base em uma pesquisa com 34.000 americanos não religiosos.

“Embora o relatório mostre o estigma e a discriminação nos Estados Unidos, acreditamos que ele vale para outras regiões do mundo.” 

Alison: ateus também são minoria

Com informação da Ateus Americanos e de outros fontes e foto de divulgação.




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