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Ateus apoiam vacinação obrigatória mais que qualquer grupo religioso nos EUA

Por religião, vê-se a  diferença de esclarecimento 

A postura positiva do público acerca da vacina contra sarampo, caxumba e rubéola (MMR) está aumentando nos Estados Unidos e é ainda mais alta entre ateus e agnósticos. Essa é a conclusão da pesquisa do Pew Research Center, publicada em 7 de janeiro de 2020. À leitura atenta dos resultados, conclui-se que há um preço claro que toda a sociedade paga porque grupos de fanáticos religiosos se recusam a aceitar realidades científicas. Sua ignorância coloca em risco toda a sociedade.

Numa avaliação geral, 88% dos americanos estão do lado certo da questão. Esse é o percentual de estadunidenses que concorda com os cientistas ao afirmar que "os benefícios da vacina MMR superam os riscos".

Maioria prefere a resposta correta:
vacinar as crianças e exigir
prova de vacinação para as
crianças das escolas públicas 


Esse número sobre para espantosos 93% entre os americanos com diploma universitário e tristemente cai para 83% para as pessoas sem eles. Também é mais baixo (81%) para famílias de baixa renda.

Incríveis   96% dos ateus concordam que a vacina MMR deve ser obrigatória para todas as crianças em prol da saúde pública, enquanto apenas 4% dizem que aos pais devem ser concedidos os direitos de opção em nome de seus filhos.

É de apenas 77% entre protestantes evangélicos brancos (neopentecostais) e de  75% para protestantes negros. Mas sobe para 88% entre protestantes de congregações tradicionais, ditas não pentecostais.   

No Brasil, um dos maiores
índices de esclarecimento do mundo.
Mas  já que se lutar contra
os 3% anti-vacinas 


Já no Brasil, independente de religião, esse índice sobe para assombrosos 97%  de aprovação, de acordo com pesquisa realizada em junho de 2019 pela  Wellcome Global Monitor em 140 países.

Entre os brasileiros entrevistadas no país (homens e mulheres, não foi indagada a religião), 97% afirmaram "concordar fortemente" ou "concordar" com a importância de que as crianças sejam vacinadas. A proporção é maior que a média global (92%) e que os índices observados em vizinhos como o Chile (89%), Uruguai (94%) e Peru (95%). Na Argentina, esse índice é de 98%.

Com informações de : Pew ResearchWellcome Global Monitor, Rotary International , BBC




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