Pastor recusa batismo à negra porque 'cabelo crespo não é de crente', denuncia jovem

Pastor José Azevedo
teria humilhado
uma jovem fiel

O pastor José Mauricio Azevedo (foto), de uma das igrejas da Assembleia de Deus de Jacobina (BA), afirmou diante de fiéis à Rebeca Santos, negra de 16 anos, que não ia batizá-la porque “cabelo crespo não é de crente”.

O suposto ato de racismo ocorreu no dia 11 de dezembro de 2019, durante uma palestra sobre os ministérios da igreja.

Quando a palestrante elogiou os cabelos de Rebeca, o pastor Azevedo interferiu dizendo que crente não tem cabelo daquele jeito.

No domingo, 15, amigos da jovem compareceram ao culto do pastor [foto abaixo] em protesto contra o racismo.

A estudante Martha Miranda, 24, amiga de Rebeca, disse que o pastor, após a repercussão do caso nas redes sociais, tentou fazer um acordo.

Segundo ela, Azevedo chamou Rebeca e lhe apresentou um formulário de batismo, mas pediu que ela mudasse o penteado, porque, reafirmou, crente não pode ter aquele tipo de cabelo.

A jovem recusou a proposta e deixou de frequentar aquela igreja.

Até agora, o pastor não se manifestou para se defender da acusação.

Amigos de Rebeca fizeram
 uma manifestação silenciosa
 no culto do pastor acusado
de racismo

Com informação do site Alma Negra e outras fontes, com foto da rede social.



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Comentários

  1. Isso que dá querer se batizar em igrejas que só visam o lucro, essa franquia AD só serve pra lavagem de dinheiro, Eduardo Cunha lavava dinheiro em uma igreja dessa franquia em Campinas.

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  2. Gente gelo nessas igrejas e pastores deixa o caboclo falando sozinho! Chega! Não precisamos desses caças níqueis da fé. Fora pastor racista!

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  3. Esse palhaço nem vai se pronunciar.

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  4. ELA DEVERIA ESTAR FELIZ,POIS ESSE HOMEM NÃO MERECE BATIZAR NINGUÉM,ANTE DEVERIA SER BATIZADO,PARA O ARREPENDIMENTO DOS PECADOS,PORQUE CONDENA-SE A FAZER DISTINÇÃO DE PESSOAS!ELE E MERCENÁRIO E NÃO PASTOR,O BOM PASTOR DÁ A VIDA PELAS OVELHAS,ESSE É JESUS! ;

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EDITOR DESTE SITE

Paulo Roberto Lopes é jornalista

profissional diplomado. Trabalhou

no jornal centenário abolicionista

Diario Popular, Folha de S.Paulo,

revistas da Editora Abril e

em outras publicações.

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