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Para padre Fábio Mello, quem afirma que Deus é pior que nós faz crescer o ateísmo

Padre Mello critica o discurso
 revanchista do bolsonarista
 cristão Xico Graziano

[opinião] Padre Fábio Mello (na foto à esquerda) escreveu no Twitter que quem anuncia um deus que é bem pior do que nós fomenta e fazer crescer o ateísmo.

Ele escreveu em resposta ao bolsonarista e ex-deputado Xico Graziano (foto), que sugeriu que a alma do jornalista Paulo Henrique Amorim (1943-2019) foi para o inferno, de acordo com o catecismo.

Graziano tem razão, quanto ao catequismo, porque a Igreja Católica diz (ou dizia quando eu era criança) que os pecadores seriam jogados no fogo eterno do Inferno — pior castigo do que esse não dá para imaginar.

O padre Mello também tem razão. A perversidade de cristãos, na contemporaneidade, na história e nos relatos bíblicos, leva muita gente a não acreditar em Jeová.

Mas o ateísmo cresce não só por causa disso.

Muitas pessoas voltam a ser ateias (vale lembrar que todos nascemos sem nenhuma cresça) simplesmente porque concluem que Deus não exista.


Com informação do Twitter.





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Comentários

Emerson Santos disse…
Issa Asimov estava certo... não existe coisa mais importante pra promover o ateísmo que a bíblia cristã
08.04.2022 (b)
DEUSES CACAREJANTES. (PARTE I). Os pastores, bispos e “apóstolos” da Teologia da prosperidade “fazem curas milagrosas”, com a biologia humana, mas não conseguem fazer milagres com elementos da natureza, objetos, clima, etc. Não conseguem transformar água em vinho, quer dizer, não conseguem fazer com a água o que fazem com a biologia celular ou orgânica humana. Seria porque a água é burra, não aceita placebo ou sugestionamento? Os deuses Mercúrio e Saturno faziam com que o vinho não acabasse nunca nas jarras das mesas dos festeiros. O Deus grego Dionísio, muito antes de Jesus Cristo, já transformava em vinho a água saída da fonte. O Deus Tiparia, dos hititas e o Deus Baco dos romanos também eram craques em transformar água em vinho. O que há com vocês pastores milagreiros da Teologia da Libertação e da bancada evangélica? Que tal tentarem um “milagrezinho” transformando água em vinho, ou, quem sabe, curar instantaneamente um doente com “lepra” avançada, na frente das câmeras de TV?