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Com 11 mil anos, Luzia não resiste ao descaso brasileiro com a ciência

[opinião]

O resultado do incêndio do Museu Nacional é uma perda irreparável para a história brasileira e também para a ciência.

Entre outras preciosidades, as chamas consumiram a “Luzia”, o esqueleto mais antigo encontrado até agora nas Américas, no Estado de Minas Gerais (representação artística abaixo)

Brasil 'matou'
Luzia para sempre

Com 11 mil anos, o importante fóssil da espécie humana não resistiu à negligência das autoridades brasileiras com a ciência, a cultura e a história do país.

As cinzas do Museu Nacional servem como metáfora da terra arrasada que o Brasil vive hoje na política e na economia.

Os donos do governo brasileiro nas últimas décadas têm destruído o passado e o futuro.

Com informação da Agência Brasil.



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