Cientistas descobrem na Rússia fóssil de mamute com tecido mole


Achado vai possibilitar
 o estudo dos vasos sanguíneos
e linfáticos do animal extinto

[notícia]

do site Sputnik

Cientistas do Instituto de Ecologia Aplicada do Norte da Universidade Federal do Nordeste da Rússia (SVFU, na sigla em russo), e da Universidade Kindai do Japão, acharam restos de um mamute com tecidos moles e pelos conservados na república russa de Yakútia, informou a porta-voz da universidade russa, Viktoria Suntjavong.

Os tecidos moles constituem um grupo de tecidos localizados entre a epiderme e as vísceras, sem levar em consideração a parte óssea, e incluem vasos sanguíneos e linfáticos, músculos, tendões, tecidos gordurosos, entre outros.

Anteriormente, uma expedição paleontológica russo-japonesa que trabalhou no distrito de Verkhoyansk encontrou no dia 11 de agosto de 2018 o corpo de um potro pré-histórico em uma camada congelante perpétua, que então se mudou para a área de Yunyugen, conhecida como "cemitério de mamute" [vídeo abaixo].

A descoberta de agora é do Pleistoceno, que é o período geológico de 2,59 milhões de anos a 10 mil anos a.C., correspondente ao Paleolítico arqueológico.




Com informação das agências e foto ilustrativa.


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