Japão executa líder de seita que jogou gás sarin no metrô de Tóquio


Shoko Asahara se
 considerava uma
mistura de
Buda com Cristo

A Justiça do Japão enforcou no dia 6 de julho de 2018 Chizuo Matsumoto, conhecido por Shoko Asahara (foto).

Como líder do Culto da Verdade Suprema (Aum Shinri Kyo), ele foi o responsável pelo ataque com gás sarin no metrô de Tóquio, na manha de 20 de março de 1995 [ver documentário abaixo].

Outras seis pessoas da seita também foram executadas.

A sentença a Asahara só foi aplicada agora por causa da demora da tramitação dos recursos.


No ataque, morreram 13 pessoas e 6 mil ficaram feridas, com dezenas de vítimas entrando em estado vegetativo.

Naquele dia, cinco integrantes da seita estouraram bolsas de sarin em estado líquido em trens do metrô.

Transparente e inodoro, o veneno se tornou gasoso e se propagou entre os passageiros.

A seita era um apanhado de crenças orientais com ocidentais, com profecias do apocalipse. Mesclava budismo, hinduísmo e cristianismo.

Shoko Asahara se considerava ao mesmo tempo ser Jesus Cristo e uma encarnação de Buda. Chegou a ter milhares de seguidores em todo o mundo.

Documentário sobre o atentado


Com informação das agências.


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