Nos EUA, mortalidade de bebês é maior entre cristãos conservadores


Novo estudo
confirma que
fanáticos religiosos
resistem à ciência

A mortalidade de crianças com menos de um ano de idade é maior nas famílias de cristãos conservadores e fundamentalistas dos Estados Unidos.

Estudo da Portland State University sugere que esses evangélicos e católicos evitam recorrer à ciência e tecnologias da medicina para salvar seus filhos. Eles dão preferência à cura pela oração.

Publicado no Journal for the Scientific Study of Religion, o estudo levou em conta as mortes de bebês no período de 1990 a 2010.


A professora Ginny Garcia-Alexander, a principal autora do estudo, informa que as principais causas de morte nos primeiros 28 dias são problemas congênitos, que em grande parte dos casos poderiam ser resolvidos pelos médicos.

As mortes mais próximas aos 11 meses de vida estão mais relacionadas à pobreza e à falta de assistência médica, além daquelas por motivo religioso.

Ginny acha que é possível reduzir a taxa de mortalidade com cursos sobre cuidados com a saúde em congregações, mas há dúvida sobre isso.

Se os fanáticos religiosos estivessem abertos ao conhecimento científico eles não seriam fanáticos.

Com informação do Journal for the Scientific Study of Religion.


'Cura pela fé' faz religiosos liderarem mortalidade infantil

Pastor se opõe à vacinação para combater sarampo no Canadá




EUA condenam casal que orou em vez de levar filho ao médico

A responsabilidade dos comentários é de seus autores.


Comentários

-------- Busca neste site