Manifesto francês pede retirada do Corão de trechos antissemitas


Livro sagrado
dos muçulmanos
 prega a matança
 de judeus

[opinião]

Na França, um manifesto assinado por 300 intelectuais e políticos, entre os quais o ex-presidente Nicolas Sarkozy, pede a retirada de trechos antissemitas dos exemplares do Corão editados no país ou importados.

Um desses trechos: “Constatarás que os piores inimigos dos fiéis, entre os humanos, são os judeus e os idólatras. Constatarás que aqueles que estão mais próximos do afeto dos fiéis são os que dizem: Somos cristãos!, porque possuem sacerdotes e não ensoberbecem de coisa alguma”. (Surata 5, capítulo 82)

O manifesto argumenta que o Corão faz apologia do ódio e que tem sido o inspirador de atentados que vêm ocorrendo na França.


O mundo islâmico reagiu fortemente à proposta, como fez o Departamento de Assuntos Religiosos da Turquia.

O órgão emitiu nota furibunda acusando o manifesto de ser uma “provocação”.

"De acordo com o Alcorão, independentemente de crenças, a vida humana é preciosa, intocável, e a morte por negligência de um ser humano é equivalente à morte de toda a humanidade”, diz a nota.

O Corão é, sim, preconceituoso e propagandista do ódio [Veja os trechos do Corão que inspiram o terror islâmico ], assim como a Bíblia [Nove trechos da Bíblia que fazem apologia da tortura].

A diferença é que a maioria dos cristãos, na contemporaneidade, só leva em conta “a parte boa” da Bíblia, e a uma significa parte dos muçulmanos não é tão seletiva em relação ao seu livro sagrado.

Mas não apoio o manifesto francês, porque sou contra a qualquer tipo de censura.

No caso do Corão, em que pese suas "mensagens boas", o ódio que dele transborda serve como prova juramentada da desgraça que são as religiões como o Islã.

Com informação das agências.


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